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	<title>Antônio Carlos Lessa</title>
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		<title>Discurso como paraninfo da turma de formandos em Relações Internacionais da UnB (2/2009), em 25/02/2010</title>
		<link>http://aclessa.info/2010/02/27/discurso-como-paraninfo-da-turma-de-formandos-em-relacoes-internacionais-da-unb-22009-em-25022010/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 11:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para os meus alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados Formandos,
Eu quero, em primeiro lugar, agradecer por terem me escolhido  como  seu Paraninfo.  É com emoção que eu recebo esta homenagem. Eu não supunha que a minha modesta contribuição no ensino de graduação em Relações Internacionais da nossa universidade, e portanto, na sua formação, fosse suficiente para motivar tal distinção.
Eu ensino [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=304&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Prezados Formandos,</p>
<p style="text-align:justify;">Eu quero, em primeiro lugar, agradecer por terem me escolhido  como  seu Paraninfo.  É com emoção que eu recebo esta homenagem. Eu não supunha que a minha modesta contribuição no ensino de graduação em Relações Internacionais da nossa universidade, e portanto, na sua formação, fosse suficiente para motivar tal distinção.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu ensino &#8220;Relações Internacionais do Brasil&#8221;, ou História da Política Externa Brasileira. Esse é um recorte bem específico da nossa realidade, que muitas pessoas imaginam conformar uma zona habitada por fantasmas de príncipes, embaixadores, e de generais em guerra. Um campo do nosso conhecimento no qual, se poderia supor, seria possível escutar em sussurros os segredos de Estado e no qual ecoariam os gritos dos soldados. Seria possível imaginar que se trata de uma disciplina na qual nos ocupamos das tragédias e das glórias pretéritas da nação.</p>
<p style="text-align:justify;">Sempre julguei, entretanto, que essa disciplina, esse recorte do nosso saber, trata muito mais do presente e do futuro do que do passado. Este é o momento que julgo estar reservado na formação em Relações Internacionais para o aprendizado sobre os nossos erros, sobre os nossos percalços e hesitações, mas também sobre os nossos acertos e sobre o nosso potencial como nação. Se trata de uma experiência de conhecimento que aí está, antes de mais nada, para ilustrar jovens inquietos, para alertá-los sobre as suas responsabilidades como cidadãos. Essas responsabilidades serão sempre as lutas por relações mais justas entre as nações, pelo desenvolvimento econômico e social do seu país, contra a obscuridade e, especialmente, contra a miséria das idéias.<span id="more-304"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Meus Caros Formandos,</p>
<p style="text-align:justify;">Como são belos os momentos como este, que eu tenho a honra de testemunhar na noite de hoje&#8230; A outorga de grau, que é o que fizemos nesta noite, representa formalmente o fim da nossa primeira caminhada como adultos, a trilha que nos leva a buscar uma identidade profissional, que é o que a universidade nos proporciona. Como toda marcha, essa tem as suas alegrias, os seus momentos inesquecíveis. São as paisagens deslumbrantes que se abrem diante dos nossos olhos,  os companheiros que encontramos pelo caminho, alguns dos quais levaremos para toda a vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Tem também as suas dores, que são, no meu ponto de vista, as dores do crescimento e as do auto-conhecimento, aquelas que sentimos quando não conseguimos ultrapassar obstáculos, ou quando aqueles que surgiram pela nossa frente foram simples demais e não foram suficientes para estimular a nossa curiosidade e satisfazer a  nossa fúria juvenil de aprender e de empreender. É a insegurança que contamina boa parte da nossa experiência como universitários &#8211; teríamos feito a escolha correta? teríamos errado nessa caminhada? estivemos à altura dos desafios que a universidade nos apontou? qual carreira poderemos construir com o que aprendemos?</p>
<p style="text-align:justify;">A coragem, o talento e a disposição que demonstraram ao longo da sua trajetória na Universidade se renovarão em novos caminhos, que trilharão como jovens profissionais engajados na construção das suas próprias carreiras. Cada paragem trará novos desafios, que saberão ultrapassar com a mesma dedicação com que se entregaram à sua formação.</p>
<p style="text-align:justify;">É fundamental que não percam nunca, jamais, o encantamento ao descobrir novos temas, novos ambientes profissionais e intelectuais, novos colegas e companheiros que farão parte também da sua trajetória de vida. Guardem, para cada descoberta, o mesmo deslumbramento que estampavam quando da sua chegada à Universidade de Brasília, alguns poucos anos atrás.</p>
<p style="text-align:justify;">A alegria dos seus pais, das suas famílias, dos companheiros, e dos amigos, que testemunhamos agora, é sincera e traduz de certo modo também o júbilo desta Casa, dos seus professores, tanto do Instituto de Relações Internacionais quanto de todos os centros e departamentos que de algum modo contribuíram com a sua formação. Todos os anos a Universidade forma centenas de jovens profissionais como vocês. Ela os guarda, a cada um de vocês, em sua individualidade, na sua memória como instituição e como centro de produção e de difusão do conhecimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Este momento, antes de significar um adeus, quer dizer até breve. A Universidade de Brasília é a sua casa, e não hesitem em retornar, a ela ou a qualquer outra universidade, para aprimorar a sua formação, ou quem sabe, para dar início a novas caminhadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Desejo a todos os meus jovens colegas, como bacharel em Relações Internacionais que também sou, muito boa sorte.</p>
<p style="text-align:justify;">Que Deus os abençoe.</p>
<br />Arquivado como:<a href='http://aclessa.info/category/sobre-o-que-e-este-blog/para-os-meus-alunos/'>Para os meus alunos</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/304/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/304/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/304/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=304&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Cada um com o que é seu: as migrações internacionais e a diáspora brasileira</title>
		<link>http://aclessa.info/2010/01/12/cada-um-com-o-que-e-seu-as-migracoes-internacionais-e-a-diaspora-brasileira/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 19:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil, como outros países da América Latina, foi o destino de expressivos fluxos imigratórios até a década de 1960. Entretanto, a partir da década de oitenta, esses países conheceram a dinâmica inversa dessa corrente &#8211; a emigração de nacionais, que constitui uma descontinuidade histórica de larga proporções.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O Brasil, como outros países da América Latina, foi o destino de expressivos fluxos imigratórios até a década de 1960. Entretanto, a partir da década de oitenta, esses países conheceram a dinâmica inversa dessa corrente &#8211; a emigração de nacionais, que constitui uma descontinuidade histórica de larga proporções.</p>
<p style="text-align:justify;">As origens dessa contra-corrente se localizam na paralisia dos processos de desenvolvimento que tornaram os anos oitenta conhecidos como os &#8220;anos perdidos&#8221;, quando a emigração passou a ser considerada em diferentes segmentos das sociedades latino-americanas como uma alternativa real ao estreitamento de horizontes criado pela letargia econômica. A estagnação econômica experimentada pelos países latino-americanos produziu a precarização das relações de trabalho, o aumento da desigualdade social, da instabilidade social e política, da violência e da vulnerabilidade. Tais circunstâncias foram ainda mais dramatizadas com o início das políticas liberais implementadas pelos governos desses países a partir do início da década de noventa.<span id="more-298"></span></p>
<p style="text-align:justify;">
Esse quadro de deterioração econômica e social favoreceu o aumento dos fluxos migratórios em países latino-americanos, que examinaremos neste trabalho. Foi o caso do Brasil, com os descendentes de japoneses que deram início ao grande fluxo para o Japão nos anos oitenta, no momento em que o descontrole das contas públicas produziu a escalada inflacionária que caracterizou o processo de estagnação econômica no país. Foi também o caso do Equador, que produziu uma extraordinária leva migratória a partir do final dos anos noventa (tipicamente a partir de 1998) no momento em que a crise econômica decorrente dos ajustes liberais mal-sucedidos atingiu o país.</p>
<p style="text-align:justify;">Por outro lado, os fluxos emigratórios ganharam moto próprio em grande parte dos países da América Latina a partir da superação das maiores dificuldades econômicas, em diferentes momentos das duas últimas décadas. Verifica-se nos casos do Brasil e do Equador, justamente a tendência à autonomização dos fluxos migratórios com relação a essas circunstâncias econômicas e sociais. Desconectadas dos ritmos de crescimento econômico nos países emissores, essas correntes foram impulsionadas pelas profundas transformações econômicas e tecnológicas produzidas pela globalização. Assistimos aqui ao advento de uma cultura de mobilidade, integrada à experiência individual e coletiva, que favoreceu a partida em busca de novos horizontes e de ascenção econômica (Peralva,  2008).</p>
<p style="text-align:justify;">Esse fenômeno é caracterizado pelos fluxos crescentes de cidadãos latino-americanos que migram em busca de melhores condições de vida, se dirigindo tanto para os países desenvolvidos (principalmente para os Estados Unidos, para determinados países europeus, como a Espanha, Itália e Portugal,  como também para o Japão), quanto para outros países da região, em uma intensa movimentação humana trans-fronteiriça, como se tem verificado nos fluxos que se constroem de e para o Brasil, a Bolívia, o Suriname, a Guiana Francesa e a Argentina (Ávila, 2008). A migração intra-regional inclusive, responde atualmente por cerca de  60% do total de migrantes, de acordo com dados da CEPAL (2006).</p>
<p style="text-align:justify;">Do mesmo modo, verificou-se nos últimos trinta anos a importância crescente das remessas que os imigrantes latino-americanos enviam para as suas famílias em seus países de origem. Entre 2000 e 2005, de acordo com dados do Banco Interamericano de Desenvolvimento, esse volume teria aumentado cerca de 140%, passando de US$ 23 bilhões em 2001 para US$ 55 bilhões em 2005. Em grande parte dos países da América Latina e do Caribe, as remessas atualmente superam a soma dos investimentos externos diretos, ajuda multilateral e pagamentos de juros sobre a dívida externa (Martine, 2005).  Dados de 2006 indicam que as remessas de patrícios representam quase 10% do PIB da Bolívia e a 7,1% do PIB do Equador, e têm impacto descomunal nas dinâmicas econômicas de determinadas regiões desses países, especialmente aquelas que são grandes emissoras de emigrantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Para os Estados Unidos, países europeus e Japão, que se transformaram nos novos pólos de atração, o controle e o estabelecimento de diferentes formas de limitação dos fluxos de imigração passaram a ser questões estratégicas, com tratamento crescentemente negativo. Para isso colaboraram a saturação dos mercados de trabalho decorrentes da desacelaração econômica em alguns desses países, como também as novas concepções de segurança, como foi o caso dos Estados Unidos após os atentados de 11 de setembro de 2001, ou novas concepções de gestão das populações, como foi o caso dos países europeus (especialmente após os processos de alargamento recentes). O fato é que para esses países, as suas populações têm se tornado crescentemente heterogêneas, e os choques culturais e as diferenças religiosas têm assumido maior amplitude. Portanto, as pressões sociais que decorrem disso são elementos que se tornaram centrais no debate político ao longo das duas últimas décadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Estima-se que existam atualmente cerca de 200 milhões de migrantes em todo o mundo, e que cerca de 1/5 desse total se concentre nos Estados Unidos, que é o país que mais os atrai. O fenômeno do trabalhador migrante clandestino, ou indocumentado, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, ganhou contornos tão sérios que rapidamente se transformou em questão de Estado. A tendência que se tem verificado é a da criminalização da migração, com a autonomização dos órgãos de controle  e a sua conversão em organismos policiais.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos Estados Unidos, com a edição do Comprehensive Immigration Reform Act de 2006 foram adotadas medidas ainda mais duras de reforço e vigilância policial das fronteiras. Em 2008, a aprovação pelo Parlamento Europeu da nova Diretiva de Retorno de Imigrantes, que entrará em vigor a partir de 2010, permitirá que imigrantes irregulares ou que representem ameaça à segurança pública sejam detidos por até 18 meses ou expulsos para seus países de origem, ficando proibidos de entrarem na União Européia por cinco anos. A Diretiva de Retorno suscitou violenta reação de parte dos governos de países emissores, especialmente latino-americanos, mas a sua adoção pontua o debate público europeu sobre o tema, instruindo as políticas de controle de imigração, que têm se tornado progressivamente mais restritivas e persecutórias.</p>
<p style="text-align:justify;">A produção das diásporas latino-americanas, múltiplas e motivadas por diferentes razões, é responsável por grandes transformações econômicas, sociais, políticas, demográficas e culturais que se processam em âmbito internacional e têm impactos sobre os padrões da ação internacional dos Estados da região. Esses movimentos inseriram fatos novos nas agendas bilaterais dos países latino-americanos com os governos dos Estados Unidos, de países europeus e do Japão.</p>
<p style="text-align:justify;">Para os governos dos países latino-americanos, a nova sensibilidade política que cerca o tema da imigração nos pólos de atração tem motivado, com maior ou menor intensidade, a adoção de políticas para a proteção dos interesses dos seus súditos migrantes. Conferências regionas latino-americanas têm sido convocadas com o intuito de se constituir espaços de reflexão, cooperação e de construção de consensos entre os governos.</p>
<p style="text-align:justify;">Verificou-se ao longo dos últimos anos um maior ativismo na negociação do quadro normativo das migrações internacionais, especialmente no contexto da Organização das Nações Unidas, onde se constituiu o Forum Global de Migrações e Desenvolvimento, conhecido como Forum de Bruxelas, em 2007. Esses debates têm encontrado grande dificuldade na construção de uma agenda consensual entre emissores e receptores. Questão importante nessa agenda tem sido o da inclusão do tema dos direitos humanos como princípio fundamental na construção de preceitos mínimos de regulação das migrações internacionais.</p>
<p style="text-align:justify;">Os migrantes são igualmente importantes no desenvolvimento das conversações bilaterais entre alguns dos principais emissores latino-americanos e receptores europeus. A segunda maior comunidade estrangeira na Espanha atualmente é equatoriana, logo depois da marroquina, o que incitou os governos da Espanha e do Equador ao desenvolvimento de mecanismos de concertação necessários para regular esses fluxos (Ripoll, 2008). Do mesmo modo, a comunidade brasileira no Japão, essencialmente composta por descendentes de japoneses, se transformou no principal ponto da agenda diplomática dos dois países. O mesmo aconteceu nas relações da Argentina e do Brasil com a Itália, país que possui também grandes comunidades nacionais desses países.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil, em particular, tem uma situação interessante nesse contexto. O Ministério das Relações Exteriores estima que cerca de 3,13 milhões de pessoas compõem o universo da emigração brasileira  (dados de 2007), dos quais 54% em situação irregular. Desse total, suspeita-se que 1,24 milhão esteja radicado nos Estados Unidos, 909 mil na Europa (dos quais 190 mil em Portugal, 150 mil no Reino Unido, 120 mil na Itália e 110 mil na Espanha), 534 mil na América do Sul e 329 mil no Japão (Maia, 2008). A diversidade desses fluxos humanos e a expressão dos seus números compõem a diáspora brasileira no exterior e confirmam o fato de que o Brasil se transformou também em um país de emigrantes.</p>
<p style="text-align:justify;">A reação do Estado a essa mudança de perfil, que vem se construindo ao longo das últimas três décadas, foi lenta. Apenas recentemente a diáspora passou a merecer tratamento consequente por parte da diplomacia brasileira, que passou a perceber o fenômeno em sua complexidade. A reestruturação dos serviços de proteção consular, feita a partir de 2007 com a instalação da Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior, e a própria ampliação da malha consular, são movimentos que evidenciam a existência de demanda crescente por assistência por parte dos cidadãos brasileiros residentes no exterior. Do mesmo modo, o reconhecimento da diáspora impôs a necessidade de se buscar a articulação das comunidades estruturadas nos diferentes países receptores, como também as questões relativas à sua proteção e amparo, como o ensino de português, o tema das remessas etc.</p>
<h3 style="text-align:justify;">Bibliografia</h3>
<ul style="text-align:justify;">
<li>Avila, Carlos Federico Domínguez. 2007. O Brasil diante da dinâmica migratória intraregional vigente na América Latina e Caribe: tendências, perspectivas e oportunidades em uma nova era. Revista Brasileira de Política Internacional 50 (12): 118-128.</li>
<li>CEPAL. 2006. <em>Migración internacional, derechos humanos y desarrollo en América</em> <em>Latina y el Caribe. Síntesis y conclusiones. </em>Montevideo, marzo.</li>
<li>Maia, Oto Agripino. 2008. Brasileiros no Mundo: o ambiente mundial das migrações e a ação governamental brasileira de assistência a seus nacionais no exterior. Brasília: MInistério das Relações Exteriores, mimeo.</li>
<li>Martine, George. 2005. A globalização inacabada: migrações internacionais e pobreza no século 21. São Paulo em Perspectiva 19 (9): 3-22.</li>
<li>Peralva, Angelina. 2008. Globalização, migrações transnacionais e identidades nacionais. São Paulo: Instituto Fernando Henrique Cardoso. <a href="http://www.plataformademocratica.org">http://www.plataformademocratica.org</a> (acesso em 01/12/2009).</li>
<li>Patarra, Neide Lopes. 2005. Migrações internacionais de e para o Brasil contemporâneo: volumes, fluxos, significados e políticas. São Paulo em Perspectiva 19 (9): 23-33.</li>
<li>Ripoll, Erika Masanet. 2008. O Brasil e a Espanha na dinâmica das migrações internacionais: um breve panorama da situação dos emigrantes brasileiros na Espanha. Revista Brasileira de Estudos de População 25 (6): 151-165.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Publicado em <a href="http://meridiano47.info/2009/12/31/sumario-da-edicao-no-113-–-dezembro2009/">Meridiano 47 – Boletim de Análise de Conjuntura em Relações Internacionais, No. 113 – Dezembro – 2009</a>.</p>
<br />Publicado emPEB &amp; RI  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/298/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/298/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/298/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/298/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/298/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/298/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/298/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/298/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/298/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/298/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=298&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>US government looks to expand scientific open access policy</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/12/14/us-government-looks-to-expand-scientific-open-access-policy/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 21:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre a Web]]></category>

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		<description><![CDATA[The US government&#8217;s Office of Science and Technology Policy is hosting a forum for debating an expansion of an open access policy, used by the National Institute of Health, that guarantees all publications derived from the agency&#8217;s funding are available to the public within one year.
Veja o restante aqui.
Publicado emSobre a Web    [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=292&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight:normal;font-size:13px;">The US government&#8217;s Office of Science and Technology Policy is hosting a forum for debating an expansion of an open access policy, used by the National Institute of Health, that guarantees all publications derived from the agency&#8217;s funding are available to the public within one year.</span></h2>
<p>Veja o restante <a href="http://arstechnica.com/science/news/2009/12/us-government-looks-to-expand-scientific-open-access-policy.ars?utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=rss">aqui</a>.</p>
<br />Publicado emSobre a Web  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/292/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/292/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/292/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=292&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Brazil, an emerging power? A special issue os RBPI</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/12/07/brazil-an-emerging-power-a-special-issue-os-rbpi/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 01:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecendo...]]></category>

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		<description><![CDATA[The economic opening of the 1990s prepared Brazil to have an important role in the international system. At the 21st century, the country took out from poverty about twenty million citizens, promoted economic growth, advanced South American integration, kept traditional partnerships with the North, established coalitions with emerging countries and became a leader in several [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=291&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">The economic opening of the 1990s prepared Brazil to have an important role in the international system. At the 21st century, the country took out from poverty about twenty million citizens, promoted economic growth, advanced South American integration, kept traditional partnerships with the North, established coalitions with emerging countries and became a leader in several multilateral negotiations.</p>
<p style="text-align:justify;">Revista Brasileira de Política Internacional – RBPI (http://www.scielo.br/rbpi) will publish in September 2010 a special issue organized by Amado Luiz Cervo, Professor Emeritus of the University of Brasília.<span id="more-291"></span></p>
<p style="text-align:justify;">This number aims at evaluating the performance of Brazil in the international system during the two mandates of Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). Thus, we welcome submissions focused on the following thematic axes: multilateral negotiations agenda, bilateral partnerships, internationalization of the economy, foreign trade, coalitions and regional blocks, energy, environment and security issues.</p>
<p style="text-align:justify;">All submissions should be original and unpublished, must be in the range of 50,000 characters (including spaces and footnotes), must be written in English, including an abstract of less then 70 words [and 3 key-words in English]. Follow the Chicago System (author, date), in accordance with the examples below:</p>
<p style="text-align:justify;">For articles:<br />
CERVO, Amado Luiz (2003). Política exterior e relações internacionais do Brasil: enfoque paradigmático. Revista Brasileira de Política Internacional, Vol. 46, Nº 1, p. 5-25.</p>
<p style="text-align:justify;">For books:<br />
SARAIVA, José Flávio S. , Ed. (2003). Foreign Policy and Political Regime. Brasília: IBRI, 364 p.</p>
<p style="text-align:justify;">For documents on the internet:<br />
PROCÓPIO, Argemiro (2007). A hidropolítica e a internacionalização amazônica, published at Mundorama.net [http://mundorama.net/2007/09/13/a-hidropolitica-e-a-internacionalizacao-amazonica/]. Available on: 18/04/2009.</p>
<p style="text-align:justify;">All contributions will be submitted to blind peer review. Submissions to this special issue should be send to brazilunderlula@ibri-rbpi.org  untill 30th of June 2010.</p>
<br />Publicado emAcontecendo...  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/291/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/291/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/291/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=291&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Número 2/2009 da Revista Brasileira de Política Internacional</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/11/28/numero-22009-da-revista-brasileira-de-politica-internacional/</link>
		<comments>http://aclessa.info/2009/11/28/numero-22009-da-revista-brasileira-de-politica-internacional/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 18:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecendo...]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aclessa.info/?p=287</guid>
		<description><![CDATA[
Lançamos em 15 de novembro, adiantados em um mês, o número 2 do Volume 52 (2/2009) da Revista Brasileira de Política Internacional – RBPI (http://www.scielo.br/rbpi), cujo sumário segue abaixo.
Esta edição traz as seguintes contribuições:
Artigos

Efetividade do Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio: uma análise sobre os seus doze primeiros anos de existência [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=287&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://ibri.files.wordpress.com/2009/11/rbpi_22009.jpg?w=178&#038;h=256" alt="" width="178" height="256" /></p>
<p>Lançamos em 15 de novembro, adiantados em um mês, o número 2 do Volume 52 (2/2009) da Revista Brasileira de Política Internacional – RBPI (<a href="http://www.scielo.br/rbpi" target="_blank">http://www.scielo.br/rbpi</a>), cujo sumário segue abaixo.<span id="more-287"></span></p>
<p>Esta edição traz as seguintes contribuições:</p>
<h4>Artigos</h4>
<ul>
<li>Efetividade do Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio: uma análise sobre os seus doze primeiros anos de existência e das propostas para seu aperfeiçoamento, por Marcelo Dias Varella</li>
<li> O Brasil e  a comunidade dos países de língua portuguesa (CPLP), por Shiguenoli  Miyamoto</li>
<li> O Itamaraty dos anos de chumbo – O Centro de Informações do Exterior (CIEX) e a repressão no Cone Sul (1966-1979), por Pio Penna Filho</li>
<li> América do  Sul: construção pela reinvenção (2000-2008), por Thiago Gehre  Galvão</li>
<li> Coréia –  “Tigre” em turbulências, mistérios no norte, por Victor  Sukup</li>
<li> Las Memorias  Del duque de Sully (o los avatares del primer proyecto de unión europea),  por German A. de La Reza</li>
<li> Os processos  de partilha da soberania na União Européia, por Diego Santos  Vieira de Jesus</li>
<li> Gulliver na  Amazônia e as aventuras do indigenismo nas Relações Internacionais,  por Argemiro Procópio</li>
<li> Protocolos  de Montreal e Kyoto: pontos em comum e diferenças fundamentais, por Darly Henriques da Silva</li>
<li> O poder militar  como instrumento da política externa brasileira contemporânea, por João Paulo Soares Alsina Jr.</li>
</ul>
<h4>Resenhas</h4>
<ul>
<li>O interesse  e a regra: ensaios sobre o multilateralismo, por Leandro Freitas  Couto</li>
<li>El fascismo  en el siglo XX. Una historia comparada, por Raúl Bernal-Meza</li>
</ul>
<p>Assinaturas da RBPI podem ser feitas na Loja do IBRI, que se acessa <a href="http://ibri-rbpi.org/loja-do-ibri/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<br />Publicado emAcontecendo...  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/287/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/287/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/287/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=287&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Procrastinação</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/10/30/procrastinacao/</link>
		<comments>http://aclessa.info/2009/10/30/procrastinacao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para os meus alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[Procrastinação é, em poucas palavras, a danação&#8230;


Vi primeiro aqui.
Publicado emPara os meus alunos       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=283&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Procrastina%C3%A7%C3%A3o">Procrastinação</a> é, em poucas palavras, a danação&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://aclessa.info/2009/10/30/procrastinacao/"><img src="http://img.youtube.com/vi/37wR_TWdVy0/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;">Vi primeiro <a href="http://www.academicproductivity.com/2009/procrastination/">aqui</a>.</p>
<br />Publicado emPara os meus alunos  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/283/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/283/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/283/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/283/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/283/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/283/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/283/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/283/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/283/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/283/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=283&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/37wR_TWdVy0/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Rosário, Argentina</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/10/12/rosario-argentina/</link>
		<comments>http://aclessa.info/2009/10/12/rosario-argentina/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 20:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecendo...]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aclessa.info/?p=273</guid>
		<description><![CDATA[Desde 9 de outubro estou em Rosário, Argentina. Aqui ministro aulas no programa de doutorado em Relações Internacionais da Universidad Nacional de Rosário. Mais especificamente, um curso especial sobre história da política exterior do Brasil, para jovens pesquisadoras interessadíssimas e extremamente competentes.
Publicado emAcontecendo...       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=273&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Desde 9 de outubro estou em Rosário, Argentina. Aqui ministro aulas no programa de doutorado em Relações Internacionais da <a href="http://www.unr.edu.ar/">Universidad Nacional de Rosário</a>. Mais especificamente, um curso especial sobre história da política exterior do Brasil, para jovens pesquisadoras interessadíssimas e extremamente competentes.</p>
<br />Publicado emAcontecendo...  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/273/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/273/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/273/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/273/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/273/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/273/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=273&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Como a tecnologia pode facilitar a redação de trabalhos científicos &#8211; gerenciadores de referências</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/10/02/como-a-tecnologia-pode-facilitar-a-redacao-de-trabalhos-cientificos-gerenciadores-de-referencias/</link>
		<comments>http://aclessa.info/2009/10/02/como-a-tecnologia-pode-facilitar-a-redacao-de-trabalhos-cientificos-gerenciadores-de-referencias/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 21:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para os meus alunos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aclessa.info/?p=258</guid>
		<description><![CDATA[Há bons serviços de gerenciamento de referências, inclusive com interface Web. Escolha o que melhor se adapta às suas necessidades e o que considerar mais simples de usar. Listo abaixo alguns deles:


EndnoteWeb
RefWorks
Connotea
CiteULike
Zotero
Mendeley

Tenho usado com bastante sucesso o Zotero. Tem algumas deficiências, como a falta da folha de estilos ABNT, mas creio que isso é largamente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=258&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Há bons serviços de gerenciamento de referências, inclusive com interface Web. Escolha o que melhor se adapta às suas necessidades e o que considerar mais simples de usar. Listo abaixo alguns deles:</div>
<div></div>
<ul>
<li><a href="http://www.endnoteweb.com" target="_blank">EndnoteWeb</a></li>
<li><a href="http://www.refworks.com" target="_blank">RefWorks</a></li>
<li><a href="http://www.connotea.org" target="_blank">Connotea</a></li>
<li><a href="http://www.citeulike.org" target="_blank">CiteULike</a></li>
<li><a href="http://www.zotero.org" target="_blank">Zotero</a></li>
<li><a href="http://www.mendeley.com" target="_blank">Mendeley</a></li>
</ul>
<p>Tenho usado com bastante sucesso o Zotero. Tem algumas deficiências, como a falta da folha de estilos ABNT, mas creio que isso é largamente compensado pelo fato de que esse plugin para o Firefox sincroniza os dados da sua biblioteca entre múltiplos computadores, sendo também possível acessar as referências pela internet, no portal do projeto.</p>
<p>O Zotero e outros da lista acima também tem integração com editores de texto, como o Microsoft Word e o Open Office.</p>
<br />Publicado emPara os meus alunos  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/258/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/258/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/258/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/258/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/258/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/258/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/258/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/258/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/258/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/258/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=258&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Seminário &#8220;Visões da Política Exterior do Brasil Contemporâneo: a produção científica da Universidade de Brasília&#8221;</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/08/20/seminario-visoes-da-politica-exterior-do-brasil-contemporaneo-a-producao-cientifica-da-universidade-de-brasilia/</link>
		<comments>http://aclessa.info/2009/08/20/seminario-visoes-da-politica-exterior-do-brasil-contemporaneo-a-producao-cientifica-da-universidade-de-brasilia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 19:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecendo...]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizaremos no próximo dia 24 de agosto o seminário de lançamento da Coleção &#8220;Relações Internacionais&#8221;, uma das atividades do nosso projeto integrado de pesquisa &#8220;Parcerias Estratégicas do Brasil: a construção do conceito e as experiências em curso&#8221;.
Essa coleção se inicia com a publicação de sete extraordinários livros, resultados de brilhantes pesquisas de mestrado e de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=247&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Realizaremos no próximo dia 24 de agosto o seminário de lançamento da Coleção &#8220;Relações Internacionais&#8221;, uma das atividades do nosso projeto integrado de pesquisa &#8220;Parcerias Estratégicas do Brasil: a construção do conceito e as experiências em curso&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa coleção se inicia com a publicação de sete extraordinários livros, resultados de brilhantes pesquisas de mestrado e de doutorado.</p>
<p style="text-align:justify;">O seminário terá lugar no dia 26 de agosto, a partir das 14h, no Auditório Joaquim Nabuco (Prédio da Face, Universidade de Brasília, Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, Brasília).</p>
<p style="text-align:justify;">No mesmo dia, a partir das 19:30h, os autores participam de noite de autógrafos na Livraria Cultura de Brasília (Shopping Casa Park).<span id="more-247"></span></p>
<p align="center"><strong>Programa </strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Abertura &#8211; 14:00h &#8211; 14:20h</strong><strong></strong></p>
<ul>
<li>Eiiti      Sato, diretor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de      Brasília</li>
<li>José Flávio Sombra Saraiva, coordenador do programa de pós-graduação em Relações Internacionais da Universidade de Brasília</li>
<li>Amado      Luiz Cervo, professor emérito da Universidade de Brasília e coordenador da      Coleção Relações Internacionais</li>
<li>Antônio Carlos Lessa, coordenador do projeto integrado de pesquisa &#8220;Parcerias Estratégicas do Brasil: a construção do conceito e as experiências em curso&#8221;</li>
</ul>
<p><strong>Primeira Sessão &#8211; 14:20h &#8211; 15:00h</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Visões da ação multilateral e do universalismo na Política Exterior do Brasil</strong><strong></strong></p>
<p>Moderador: Antônio Carlos Lessa</p>
<p><a href="http://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=21217">O Brasil e o GATT – (1973-1993) – Unidades Decisórias e Política Externa</a><br />
Rogério de Souza Farias, Especialista em Políticas Públicas do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Mestre e Doutorando em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília &#8211; UnB</p>
<p><a href="http://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=21209">O Pragmatismo do Petróleo – As Relações entre o Brasil e o Iraque</a><br />
Seme Taleb Fares, Mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília;</p>
<p><a href="http://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=21183">O Universalismo e os Seus Descontentes – A Política Exterior do Brasil no Governo Figueiredo (de 1979 a 1985)</a><br />
Túlio Sérgio Henriques Ferreira, Mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília e professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais &#8211; PUC-MInas.</p>
<p><strong>Segunda Sessão &#8211; 15:00h &#8211; 15:40h</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Visões da ação regional na Política Exterior do Brasil</strong><strong></strong></p>
<p>Moderador: Amado Luiz Cervo</p>
<p><a href="http://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=21219">As Relações Entre o Brasil e a América Central – Um século de afinidades eletivas, solidariedade e convergência (1906-2010)</a><br />
Carlos Federico Domínguez Ávila, Professor do Mestrado em Ciência Política do Centro Universitário Euro-Americano – Unieuro e doutor em História pela Universidade de Brasília</p>
<p><a href="http://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=21218">Relações Brasil-Argentina – A Construção do Entendimento (1958-1986)</a><br />
Carlos Eduardo Vidigal, professor do Departamento de História da Universidade de Brasília e doutor em Relações Internacionais pela UnB;</p>
<p><a href="http://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=21210">O Horizonte Regional do Brasil – Integração e Construção da América do Sul</a><br />
Leandro Freitas Couto, Analista de Planejamento e Orçamento do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Mestre e Doutorando em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília &#8211; UnB</p>
<p><strong>Debate &#8211; 15:40h</strong><strong></strong></p>
<p><strong>Encerramento &#8211; 16:00h</strong><strong></strong></p>
<br />Publicado emAcontecendo...  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/247/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/247/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/247/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=247&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Como fazer apresentações em Congressos</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/08/04/como-fazer-apresentacoes-em-congressos/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 20:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversão & Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Os meses de junho e julho foram pródigos de eventos com repercussão na área &#8211; LASA, no Rio; ANPUH, em Fortaleza; e, finalmente, ISA-ABRI, também no Rio. Neles vi muita coisa interessante, e outras nem tanto, como costuma acontecer nesse tipo de mega evento. Também vi muita repetição, e os produtos pasteurizados de sempre.
Os pasteurizados, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=243&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Os meses de junho e julho foram pródigos de eventos com repercussão na área &#8211; LASA, no Rio; ANPUH, em Fortaleza; e, finalmente, ISA-ABRI, também no Rio. Neles vi muita coisa interessante, e outras nem tanto, como costuma acontecer nesse tipo de mega evento. Também vi muita repetição, e os produtos pasteurizados de sempre.</p>
<p style="text-align:justify;">Os pasteurizados, por sinal, parecem se inspirar na dica extraordinária que se vê no vídeo abaixo&#8230; basta trocar &#8220;chicken&#8221; por qualquer outra expressão. Hilário&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://aclessa.info/2009/08/04/como-fazer-apresentacoes-em-congressos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/yL_-1d9OSdk/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;">Vi primeiro <a href="http://scienceblogs.com.br/rnam/2009/08/apresentaco_powerpoint_padrao.php">aqui</a>.</p>
<br />Publicado emDiversão &amp; Arte  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/243/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=243&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Coleção &#8220;Relações Internacionais&#8221; &#8211; UnB-Juruá</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/08/04/colecao-relacoes-internacionais-unb-jurua/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 19:58:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecendo...]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançamos neste mês a Coleção &#8220;Relações Internacionais&#8221;, em parceria com a Editora Juruá, de Curitiba.
Na Coleção serão publicados livros de autoria dos pesquisadores vinculados ao projeto integrado de pesquisa &#8220;Parcerias Estratégicas do Brasil: a formação do conceito e as experiências em curso&#8221;, como também de alguns dos nossos alunos e associados. Esse projeto é financiado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=241&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Lançamos neste mês a <a href="http://irel.unb.br/2009/07/28/lancamento-da-colecao-relacoes-internacionais-unb-cnpq-jurua/">Coleção &#8220;Relações Internacionais&#8221;</a>, em parceria com a Editora Juruá, de Curitiba.</p>
<p style="text-align:justify;">Na Coleção serão publicados livros de autoria dos pesquisadores vinculados ao projeto integrado de pesquisa &#8220;Parcerias Estratégicas do Brasil: a formação do conceito e as experiências em curso&#8221;, como também de alguns dos nossos alunos e associados. Esse projeto é financiado pelo CNPq, e entre os seus produtos estão <a href="http://mundorama.net">Mundorama &#8211; Iniciativa de Divulgação Científica em Relações Internacionais</a> e a grande série de seminários e cursos de extensão que temos organizado desde o ano passado.</p>
<br />Publicado emAcontecendo...  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/241/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=241&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Oração Poderosa para Nossa Senhora Destrancadora de Teses</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/07/29/oracao-poderosa-para-nossa-senhora-destrancadora-de-teses/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 13:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversão & Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Para os meus alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi a notinha abaixo de um dos meus orientandos, provavelmente cumpridor dos prazos. Nunca quis ser cruel com os meus orientandos que não cumpriram os seus prazos, por isso nunca cheguei a sugerir a Oração Poderosa para Nossa Senhora Destrancadora de Teses para resolver os seus problemas&#8230; Mas é bom compartilhar com tantos quantos acreditem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=238&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Recebi a notinha abaixo de um dos meus orientandos, provavelmente cumpridor dos prazos. Nunca quis ser cruel com os meus orientandos que não cumpriram os seus prazos, por isso nunca cheguei a sugerir a Oração Poderosa para Nossa Senhora Destrancadora de Teses para resolver os seus problemas&#8230; Mas é bom compartilhar com tantos quantos acreditem que possa ser útil.<span id="more-238"></span></p>
<p style="text-align:justify;">&#8212;&#8211;</p>
<div style="text-align:justify;"><strong>Exu Tranca Tese</strong></div>
<div style="text-align:justify;">(Rose Paixão)</p>
<p>Você está na reta final da sua tese, dissertação ou monografia?<br />
Você sente que existe uma força misteriosa que tira seu ânimo? Faz seu orientador adoecer ou sumir do mapa inexplicavelmente? Seu computador quebra ou é roubado com todos os seus dados e análises?<br />
Lamento ser o portador dessa má notícia, mas&#8230; VOCÊ TEM UM EXU TRANCA TESE NA SUA VIDA!!!<br />
Esta é a corrente da Nossa Senhora Destrancadora de Teses. Você deve evocar esta novena toda vez que for vítima de alguma das artimanhas do &#8216;Exu Tranca Tese&#8217; ou se quiser apenas proteção contra essa entidade!!!<br />
Então, toda vez que sentir necessidade, faça a seguinte oração:</p>
<p>&#8216;Nossa Srª. Destrancadora das Teses, em ti confiamos para a proteção contra o Exu Tranca Tese, nos proteja de: Queimação de pen drive; bibliografia em alemão; visita fora de hora; linha no word que não sobe com &#8216;del&#8217;; fotocopiadora quebrada.</p>
<p>Dá-me: encontros com o orientador no corredor da Universidade e livro emprestado com data de devolução pra 2050.</p>
<p>Ah, senhora, livra-me também das perguntas indiscretas, das dúvidas fora de hora, e das certezas idem. Ajuda-me a lembrar dos nomes dos autores e da pronúncia deles, assim como do modo como se faz notação de revistas.</p>
<p>Nossa Senhora, livre-me de pensamentos acerca de minha tese durante meu sono.</p>
<p>Que eu possa dormir o sono dos justos impunemente, sem que eu tenha que me levantar ou acender a luz para anotar insights invasivos que detonam minha mente quando preciso descansar para mais um dia de batalha! Que tais pensamentos venham na hora certa, quando me sento diante de meu PC e eu não me torne um zumbi.</p>
<p>Ó Senhora, desperta no meu orientador uma enorme vontade de ler minha tese. Que ele a leia com olhos vigilantes, para não deixar passar nenhuma monstruosidade, mas também com olhos piedosos, para me deixar ir enfrentar a banca. E que a banca, Senhora, me dê os apertos que achar necessários, mas que ao final assine a poderosa ata, redenção final dos meus inúmeros pecados.</p>
<p>Nossa Senhora, meu orientador insiste em dizer que a minha tese está, entre aspas, uma m&#8230;, mas eu sinto que a Senhora vai me dar um luz bem forte e lançar como de um passe de mágica, artigos que abram meu cérebro tão debilitado por tamanha pressão.</p>
<p>Minha Santa querida, já que eu fiz esta escolha na minha vida e sinto na obrigação de terminar, me dá forças para não matar um!</p>
<p>AMÉM!!!!</p>
<p>E não seja egoísta, repasse esta oração imediatamente a todos os seus amigos e alunos que estão passando pela mesma pressão, senão o Exu não vai te largar e você vai passar o resto da sua vida &#8216;quase&#8217; terminando sua tese.</p>
</div>
<br />Publicado emDiversão &amp; Arte, Para os meus alunos  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/238/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=238&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Chrome OS</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 22:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre a Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Em cinco anos, no máximo, não fará diferença o sistema operacional que você usa no seu computador. Tudo está indo para a rede, de aplicativos simples a suites on line (processadores de texto, planilhas eletrônicas, programas de apresentação etc). O Google deu mais um passo nessa direção, com o anúncio de um novo sistema operacional. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=235&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em cinco anos, no máximo, não fará diferença o sistema operacional que você usa no seu computador. Tudo está indo para a rede, de aplicativos simples a <a href="http://docs.google.com">suites on line</a> (processadores de texto, planilhas eletrônicas, programas de apresentação etc). O Google deu mais um passo nessa direção, com o anúncio de um novo sistema operacional. Veja <a href="http://googleblog.blogspot.com/2009/07/introducing-google-chrome-os.html">aqui</a>.</p>
<br />Publicado emSobre a Web  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/235/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=235&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Mestrado e doutorado em RI na UnB com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 11:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Para os meus alunos]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho sempre muito interessante que a maioria dos dos bons candidatos no processo de seleção do nosso programa de pós-graduação desconhece que grande parte dos temas da agenda internacional pode ser estudada em qualquer uma das duas áreas que temos (Política Internacional e Comparada e História das Relações Internacionais). Isso acaba produzindo uma concentração arriscada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=230&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Acho sempre muito interessante que a maioria dos dos bons candidatos no processo de seleção do nosso programa de pós-graduação desconhece que grande parte dos temas da agenda internacional pode ser estudada em qualquer uma das duas áreas que temos (<a href="http://irel.unb.br/ensino-e-pesquisa/pos-graduacao/">Política Internacional e Comparada e História das Relações Internacionais</a>). Isso acaba produzindo uma concentração arriscada de candidatos na área de Política Internacional e Comparada, enquanto uma boa parte dos candidatos poderiam estar concorrendo na área de História, uma vez que os seus temas de fato poderiam ser tratados à luz da metodologia de pesquisa histórica. Como a maiora quase absoluta desconhece isso, temos então o seguinte quadro: grande concorrência na área de PIC e baixa concorrência (mas muito mais qualificada em termos comparativos) na área de HRI.<span id="more-230"></span></p>
<p style="text-align:justify;">Faço aqui então um desafio aos bons candidatos ao nosso programa: por que não ensaiar a candidatura para a área de HRI, pesquisando um pouco mais sobre a metodologia de pesquisa de história? Lembro pois que praticamente tudo pode ser estudado nas duas áreas do nosso programa (porque muita gente tem a impressão de que na área de HRI se estuda apenas a época dos dinossauros), como pode se ver em uma seleção simples de trabalhos concluídos na nossa área de concentração &#8211; aqueles que eu mesmo orientei, que se acessa <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4721174Z4#Orientacoesconcluidas">aqui</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Estão então abertas as inscrições para o processo de seleção do nosso programa de pós-graduação, um dos dois melhores do Brasil, ao lado do da PUC-Rio. Mantendo a tradição, atraímos todos os anos dezenas de bons candidatos de todos os lugares do país, e temos sido felizes em compor boas turmas, bem competitivas e produtivas. Veja <a href="http://www.unb.br/posgraduacao/stricto_sensu/editais/12010/edital_relinterMD_12010.pdf">aqui</a> o edital de seleção e considere, para todos os fins, a área de História das Relações Internacionais &#8211; que, como eu gosto de dizer, faz parte de uma das melhores tradições da Universidade de Brasília.</p>
<br />Publicado emPara os meus alunos  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/230/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/230/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/230/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=230&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cuba na OEA</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/06/30/cuba-na-oea/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 20:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>

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		<description><![CDATA[Os analistas das relações internacionais na América Latina há muito se perguntam quando a Organização dos Estados Americanos voltaria a se fazer valer como foro de repercussão dos problemas da região e finalmente daria início à ambição de décadas de funcionar como câmara de prevenção e de resolução dos conflitos que de tempos em tempos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=266&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Os analistas das relações internacionais na América Latina há muito se perguntam quando a Organização dos Estados Americanos voltaria a se fazer valer como foro de repercussão dos problemas da região e finalmente daria início à ambição de décadas de funcionar como câmara de prevenção e de resolução dos conflitos que de tempos em tempos agitam as Américas. Pode-se crer que um primeiro passo nessa direção foi dado em 3 de junho de 2009, quando a Assembléia Geral da Organização revogou o ato que suspendia Cuba da entidade desde 1962.<br />
Manter Cuba afastada da comunidade interamericana por tanto tempo era uma das decisões herdadas dos tempos da Guerra Fria que há muito não fazia mais sentido. A suspensão do país da OEA se deu na histórica Assembléia de Punta del Este de janeiro de 1962, convocada para debater os efeitos da Revolução Cubana nas relações internacionais hemisféricas, que acabou aprovando a sua suspensão tanto da organização quanto da Junta Interamericana de Defesa (JID). Tempos difíceis eram aqueles, nos quais se temia o extraordinário potencial que as idéias da revolução liderada por Fidel Castro tinha de contaminar os sistemas políticos da região e se considerava que o comunismo era incompatível com os princípios da comunidade interamericana.<span id="more-266"></span><br />
De certo modo, entretanto, a suspensão de Cuba naquele momento deve ser entendida no seu contexto e à luz dos próprios princípios formadores da OEA: a organização, afinal, foi criada para defender a região das ameaças externas, que naquele momento eram sinônimo de ameaças comunistas. A postura brasileira na Conferência de Punta del Este de certo modo traduz esses princípios: o governo de João Goulart condenou o comunismo, votou a favor da suspensão de Cuba da JID (porque se tratava, de acordo com a avaliação brasileira, justamente de resguardar os aspectos de segurança), mas votou contrariamente à decisão de suspender o país da OEA.<br />
É evidente que os problemas de Cuba não residem na sua exclusão por tanto tempo da comunidade da OEA. O regime dos irmãos Castro dá mostras extraordinárias de sobrevida, resistindo inclusive ao mais importante dos seus desafios, que são os embargos dos Estados Unidos. Nesse quesito, o discurso conciliador que o Presidente Barack Obama dirige às regiões e aos países que possuem agendas tensas com os Estados Unidos não dá mostras de generosidade suficiente para levantar esse último empecilho. Não deixa de ser um alento, entretanto, que a decisão de revogar a suspensão de Cuba da OEA tenha contado inclusive com o voto favorável de Washington, mas ainda há que se esperar pelo mais efetivo gesto de boa vontade para com Cuba, que seria o fim das sanções unilaterais impostas pelos Estados Unidos ao governo de Havana. Suspeita-se que esse poderia ser inclusive o ato mais efetivo na derrocada do regime dos irmãos Castro e para a abertura democrática da ilha.<br />
A OEA se transformou nas últimas décadas em uma organização de baixa efetividade, mas que procura se renovar e encontrar novos esteios para a sua ação.  Se não há mais a certeza da incompatibilidade de regimes comunistas com os preceitos da comunidade interamericana, há ainda a incompatibilidade dos regimes autoritários. A OEA se renovou justamente nessa direção, com a aprovação em setembro de 2001 da Carta Democrática Interamericana, que entroniza a democracia e o respeito aos direitos humanos como novos valores da comunidade interamericana.<br />
Ainda que Havana tenha feito pouco caso da decisão da Assembléia de San Pedro Sula (Honduras) que revogou a suspensão do país da OEA, indicando que no curto prazo a sua reintegração não deve ocorrer, o fato é que a medida reforça a estratégia de renovação da OEA. Ela põe fim a uma decisão anacrônica, que durando 47 anos deu mostras da sua irrelevância, e indica que Cuba deverá, se reintegrada, passar a promover o patrimônio da organização, que reside na promoção da democracia e dos direitos humanos sem condições.</p>
<p style="text-align:justify;">Publicado em<a href="http://meridiano47.info/2009/06/30/sumario-da-edicao-no-107-%E2%80%93-junho2009/"> Meridiano 47 &#8211; Boletim de Análise de Conjuntura em Relações Internacionais, No. 107 &#8211; Junho &#8211; 2009</a>.</p>
<br />Publicado emPEB &amp; RI  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/266/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=266&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Novo e muito bom número da RBPI</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 18:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecendo...]]></category>

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		<description><![CDATA[


Acabamos de tirar da gráfica o novo número da Revista Brasileira de Política Internacional &#8211; RBPI, uma edição de qualidade extraordinária, que traz as seguintes contribuições:
Artigos

La Argentina y el Plan Marshall: promesas y realidades, por Mario Rapoport &#38; Claudio Spiguel
União Européia, reformas institucionais e déficit democrático: uma análise a partir do mecanismo de co-decisão, por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=220&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://ibri.files.wordpress.com/2009/06/rbpi_12009.jpg?w=182&amp;h=263&#038;h=261" alt="" width="182" height="261" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Acabamos de tirar da gráfica o novo número da Revista Brasileira de Política Internacional &#8211; RBPI, uma edição de qualidade extraordinária, que traz as seguintes contribuições:</p>
<h4 style="margin-left:0;margin-right:0;text-align:left;">Artigos</h4>
<ul>
<li>La Argentina y el Plan Marshall: promesas y realidades, por Mario Rapoport &amp; Claudio Spiguel</li>
<li>União Européia, reformas institucionais e déficit democrático: uma análise a partir do mecanismo de co-decisão, por Marcelo de Almeida Medeiros &amp; Cinthia Regina Campos</li>
<li>Instituições, Direito e Soberania: a efetividade jurídica nos processos de integração regional nos exemplos da União Européia e do Mercosul, por Patrícia Luiza Kegel &amp; Mohamed Amal</li>
<li>Normas e redistribuição: um estudo sobre condicionantes internacionais das políticas de combate ao racismo no Brasil, por Rodrigo de Oliveira Godinho</li>
<li>Política externa planejada: os planos plurianuais e a ação internacional do Brasil, de Cardoso a Lula (1995-2008), por Antônio Carlos Lessa, Leandro Freitas Couto &amp; Rogério de Souza Farias</li>
<li>A política estadunidense de desgermanização do sistemade transporte aéreo brasileiro: o caso de Condor, por Tânia Quintaneiro</li>
<li>Ordem e Justiça na Sociedade Internacional pós-11 de Setembro, por Emerson Maione de Souza</li>
<li>Argentina, Brasil e Venezuela: as diferentes percepções sobre a construção do Mercosul, por Miriam Gomes Saraiva &amp; José Briceño Ruiz</li>
<li>A política comercial da administração Bush: O CAFTA-DR e a resistência interior, por Thiago Lima</li>
</ul>
<h4 style="margin-left:0;margin-right:0;">Resenhas</h4>
<ul>
<li> O universalismo europeu: a retórica do poder, por Paulo Ricardo Muller</li>
<li>Peace in International Relations, por Fernando Cavalcante</li>
<li>The Post-American World, por Fábio Albergaria Queiroz</li>
</ul>
<p>Assinaturas da RBPI podem ser feitas na Loja do IBRI, que se acessa <a href="http://ibri-rbpi.org/loja-do-ibri/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<br />Publicado emAcontecendo...  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/220/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/220/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/220/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=220&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Is war in the genes?</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/06/27/is-war-in-the-genes/</link>
		<comments>http://aclessa.info/2009/06/27/is-war-in-the-genes/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 16:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>

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		<description><![CDATA[Interessante matéria sobre&#8230; A inevitabilidade da guerra.
Is war in the genes?
 An interesting new paper by Enrico Spolaore of Tufts and Romain Wacziarg or UCLA examines the relationship between the genetic similarity between two countries and the likelihood of them going to war. They found that generally we&#8217;re more likely to want to fight with [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=219&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Interessante matéria sobre&#8230; A inevitabilidade da guerra.</h4>
<h2><a href="http://blog.foreignpolicy.com/posts/2009/06/26/is_war_in_the_genes">Is war in the genes?</a></h2>
<p> An <a href="http://www.google.com/gwt/n?u=http%3A%2F%2Feconomics.stanford.edu%2Ffiles%2FWacziarg.pdf">interesting new paper</a> by Enrico Spolaore of Tufts and Romain Wacziarg or UCLA examines the relationship between the genetic similarity between two countries and the likelihood of them going to war. They found that generally we&#8217;re more likely to want to fight with people who are more like us:</p>
<blockquote><p>We found that populations that are genetically closer are more prone to engage in militarized con?icts and wars with each other, even after controlling for a wide set of measures of geographic distance, income differences, and other factors affecting con?ict, including measures of bilateral and multilateral trade and differences in democracy levels. We also provided a theoretical model of con?ict and relatedness that is consistent with these results. In the simplest version of our model, populations that share a more recent common history have had less time to diverge in preferences and characteristics that determine the set of common issues they care about, and over which they are prone to ?ght.</p>
</blockquote>
<br />Publicado emPEB &amp; RI  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/219/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/219/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/219/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/219/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/219/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/219/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=219&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>20 anos do massacre da Praça Tianamen</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/06/04/20-anos-do-massacre-da-praca-tianamen/</link>
		<comments>http://aclessa.info/2009/06/04/20-anos-do-massacre-da-praca-tianamen/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2009 12:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aclessa.info/?p=217</guid>
		<description><![CDATA[
Publicado emPEB &#38; RI       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=217&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://aclessa.info/2009/06/04/20-anos-do-massacre-da-praca-tianamen/"><img src="http://img.youtube.com/vi/6inWKFKv9UA/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<br />Publicado emPEB &amp; RI  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/217/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/217/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/217/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=217&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Uma visão do estado da arte</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/01/29/uma-visao-do-estado-da-arte/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 23:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>

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		<description><![CDATA[Rogério Farias faz uma primorosa seleção de alguns dos periódicos mais importantes da grande área de humanidades que publicam trabalhos sobre Relações Internacionais em geral. É a seção &#8220;Estado da Arte&#8221; de Mundorama, que os brutos costumam não entender para que serve&#8230; Pois é uma abreviação do trabalho árduo de peneiragem em dezenas e dezenas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=201&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://rofarias.googlepages.com/" target="_blank">Rogério Farias</a> faz uma primorosa seleção de alguns dos periódicos mais importantes da grande área de humanidades que publicam trabalhos sobre Relações Internacionais em geral. É a seção &#8220;<a href="http://mundorama.net/category/estado-da-arte/" target="_blank">Estado da Arte</a>&#8221; de Mundorama, que os brutos costumam não entender para que serve&#8230; Pois é uma abreviação do trabalho árduo de peneiragem em dezenas e dezenas de feeds de publicações científicas publicadas em todo o mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Para os que gostam de se manter atualizados com o que está sendo publicado em termos de pesquisa científica por aí, vale a pena acompanhar&#8230;</p>
<br />Publicado emPEB &amp; RI  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/201/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/201/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/201/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=201&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Dossiê CEBRI 10 anos</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/01/25/dossie-cebri-10-anos/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 11:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>

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		<description><![CDATA[Tomei conhecimento apenas agora de um documento interessante produzido pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais &#8211; CEBRI, no contexto das comemorações dos seus dez anos. É o dossiê CEBRI 10 anos &#8211; Desafios da Política externa Brasileira, que traz pequenas notas escritas por especialistas, diplomatas e engajados, sobre os grandes temas da agenda internacional do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=185&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tomei conhecimento apenas agora de um documento interessante produzido pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais &#8211; CEBRI, no contexto das comemorações dos seus dez anos. É o dossiê <a href="http://www.cebri.com.br/midia/documentos/dossie_2008_10_anos.pdf" target="_blank">CEBRI 10 anos &#8211; Desafios da Política externa Brasileira</a>, que traz pequenas notas escritas por especialistas, diplomatas e engajados, sobre os grandes temas da agenda internacional do Brasil. Vale a pena ler&#8230;</p>
<br />Publicado emPEB &amp; RI  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/185/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/185/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/185/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=185&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Google e o futuro dos livros</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/01/24/o-google-e-o-futuro-dos-livros/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 10:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre a Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma discussão que apenas se iniciou e que tem o potencial de transformar de modo radical o acesso ao conhecimento. O artigo de Robert Darnton, na New York Review of Books, apresenta a complexidade das consequências do acordo que o Google acabou de firmar com editoras e autores no contexto do programa de digitalização de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=182&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Uma discussão que apenas se iniciou e que tem o potencial de transformar de modo radical o acesso ao conhecimento. O artigo de Robert Darnton, na <a href="http://www.nybooks.com/articles/22281" target="_blank">New York Review of Books</a>, apresenta a complexidade das consequências do acordo que o Google acabou de firmar com editoras e autores no contexto do programa de digitalização de livros que o gigante da internet empreende já há alguns anos.</p>
<br />Publicado emSobre a Web  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/182/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/182/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/182/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=182&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>História e Globalização</title>
		<link>http://aclessa.info/2009/01/22/historia-e-globalizacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 15:44:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Discussão interessante sobre a necessidade de atualização metodológica da História das Relações Internacionais que se faz na Europa continental (na França em particular), da qual somos tributários no Brasil&#8230; Deu no site &#8220;La vie des idées&#8221; e reproduzo depois do jump. 
History and Globalisation
In the age of globalisation, how can one write an open history [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=178&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Discussão interessante sobre a necessidade de atualização metodológica da História das Relações Internacionais que se faz na Europa continental (na França em particular), da qual somos tributários no Brasil&#8230; Deu no site <a href="http://www.laviedesidees.fr/" target="_blank">&#8220;La vie des idées&#8221;</a> e reproduzo depois do jump. <span id="more-178"></span></p>
<h2 class="titre">History and Globalisation</h2>
<p>In the age of globalisation, how can one write an open history of the world, of its exchanges, movements, and encounters? A recent issue of the <em class="spip">Revue d’histoire moderne et contemporaine</em> gave a broad overview of the questions raised by “global history” and once more underlined the provincialism of French universities.</p>
<div id="documents_joints">
<ul>
<li>
<div class="spip_doc_titre"><a title="Upload" href="http://www.laviedesidees.fr/spip.php?action=dw2_out&amp;id=836">History and Globalisation</a> (PDF &#8211; 244.8 kb)</div>
<div class="spip_doc_descriptif">by Bernard Thomann</div>
</li>
</ul>
</div>
<p>&lt;!&#8211; 			 			<!--&gt;--></p>
<div class="texte">
<div class="recense">Reviewed:<br />
<img style="height:11px;width:8px;" src="http://www.laviedesidees.fr/local/cache-vignettes/L8xH11/puce-b95cf.gif" alt="-" width="8" height="11" /> Edited by Caroline Douki and Philippe Minard, “Histoire globale, histoires connectées: un changement d’échelle historiographique?”, <em class="spip">Revue d’histoire moderne et contemporaine</em>, n° 54-4 bis, 2007.<br />
<img style="height:11px;width:8px;" src="http://www.laviedesidees.fr/local/cache-vignettes/L8xH11/puce-b95cf.gif" alt="-" width="8" height="11" /> Pamela Kyle Crossley, <em class="spip">What is Global History?</em>, Cambridge, Polity Press, 2008.<br />
<img style="height:11px;width:8px;" src="http://www.laviedesidees.fr/local/cache-vignettes/L8xH11/puce-b95cf.gif" alt="-" width="8" height="11" /> Jack Goody, <em class="spip">The Theft of History</em>, Cambridge, Cambridge University Press, 2006.</div>
<p class="spip" align="justify">Several years ago, Marcel Détienne vigorously protested against disciplinary seclusion and the nationalist leanings of the discipline of history in France in particular [<a id="nh1" class="spip_note" title="[1] Marcel Détienne, Comparer l&#8217;incomparable, Paris, Seuil, 2000.&#8221; name=&#8221;nh1&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb1&#8243;>1</a>]. A special issue of the <em class="spip">Revue d’histoire moderne et contemporaine</em> devoted to “global history” and to “connective histories” also noted this tendency in France to confine history within the boundaries of the nation-state and within metropolitan France in particular. The figures cited speak for themselves: according to the statistical analysis of directories for modern and contemporary history published by the IHMC-CNRS in 1991, 55% of historians listed were French historians [<a id="nh2" class="spip_note" title="Christophe Charle, “Les historiens français de la période moderne (...)" name="nh2" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb2">2</a>]. In 2000, from a total of 2060 historians listed, only 29 were specialised in Russia and the Slavic world, 19 in Chinese history, and 15 in Japan [<a id="nh3" class="spip_note" title="Daniel Roche (dir.), Répertoire des historiens français de la (...)" name="nh3" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb3">3</a>]. To illustrate this argument, the journal quotes Christophe Charle who, ten years ago, had already lamented that “the comparative history extolled by Marc Bloch, the shore-less history illustrated by Lucien Febvre and Fernand Braudel and demanded by CNRS commissions, has become nothing but a vain wish” [<a id="nh4" class="spip_note" title="une nouvelle profession?”, (...)" name="nh4" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb4">4</a>]. On the basis of this observation, the main aim of the special issue was to look at possible ways out of this confinement and at how recent developments in global history and connective histories have changed historiographical scales. For the past ten years, such histories have been widely published in English, giving birth to a number of reviews that have largely gone unnoticed until very recently. Beyond the questions of historiographical scale, moreover, the <em class="spip">Revue d’histoire moderne et contemporaine</em> also asks the question of Eurocentricism and the possibility of producing a more de-centred account of world history.</p>
<h3 class="spip">Beyond the nation-state</h3>
<p class="spip" align="justify">According to Caroline Douki and Philippe Minard, coordinators of the special issue, the aim of “global history”, or “world history”, is to “move beyond the national compartmentalisation of historical research, to grasp all phenomena surpassing state boundaries”. This aim relies on the observation that national compartmentalisation “tends to spirit away or skirt around all phenomena of interrelation and interconnection, while sealing up frontiers and detaching objects from their contexts and cross-state ties”. Global history and its questioning of the nation-state framework is also justified because this framework is a relatively recent creation, the relevance of which, in terms of circumscribing phenomena prior to its arrival as a political entity, can obviously be questioned. Global history thus becomes a way of managing any risk of anachronism or teleological analysis. The nation-state as a framework for analysis is not the only target because global history can also be seen as a refusal of the monographic tradition that focuses on tracing the history of a region, a country or a city through a micro-historic approach that neglects distance, an approach that was criticised by Serge Gruzinski in the <em class="spip">Annales</em> several years ago [<a id="nh5" class="spip_note" title="[5] Serge Gruzinski, “Les mondes mêlés de la monarchie catholique et autres (&#8230;)&#8221; name=&#8221;nh5&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb5&#8243;>5</a>]. Jean-Paul Zuniga, however, in his contribution to the special issue, refutes the axiomatic opposition of the two extremities used by historians in spatial scales. He observes that, in reality, there is no incompatibility between global history, which should be clearly distinguished from the “total history of our elders”, and the <em class="spip">microstoria</em>, of Italian origin, which was also extensively developed and should be distinguished from traditional local monographs. In both therein lies the same desire to departition disciplines and to break down conventional geographical and cultural partitions.</p>
<p class="spip" align="justify">Global history obviously corresponds to a need for knowledge brought about by the recurrence of the theme of “globalisation” today. However, as Caroline Douki and Philippe Minard point out, self-styled global historians “agree on the absolute necessity of abandoning the false dichotomy presented by the two ways ‘globalisation’ is widely considered: on the one hand, it is considered as a recent phenomenon, characteristic of our contemporary era, and on the other, it is said that men, commodities and ideas have always moved around, and that there is nothing new under the sun”. The vocation of world history in their eyes should be to “periodise” and “historicise” globalisation taking into account the multiplicity of forms of contact, interconnections, and movement that it has brought about, to draw on all disciplines and thus escape the economic determinism that has been weighing on analysis.</p>
<p class="spip" align="justify">Such studies require “global” tools to supply authors with contexts and frameworks to legitimate their work. In an issue of the <em class="spip">Annales</em> (2001) devoted to global history, Sanjay Subrahmanyam analyses the major phenomena that unified the world at the start of the modern period, enabling the inhabitants of various parts of the globe, despite their dispersion, to imagine for the first time events taking place on a genuinely global scale. He cited several types of event that historians had taken into account such as microbes “propagating from one end of Eurasia to the next during the great Mongol period and immediately afterwards, bringing about plague epidemics on the borders of Eurasian lands”. He also points to the example of silver and precious metals “the movement of which has been patiently traced throughout the world by other researchers, from the major deposits of Potosi in Bolivia from the 1570s, or from Japan at roughly the same time, sometimes causing inflation to a disastrous extent and consequently social revolts” [<a id="nh6" class="spip_note" title="une conjoncture (...)" name="nh6" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb6">6</a>]. Alfred Crosby has shown that while small numbers of people crossed continents in the past, resulting in the exchange of microbes and genes among distant populations to a limited extent, the end of the 15th century marked the start of a considerable increase in new physical contacts between the Europeans, Africans, Americans and inhabitants of certain Atlantic islands. Plants and animals too with a potential for agriculture and breeding started moving across the globe on a wide scale. However, these planetary-scale movements also sometimes annihilated old lifestyles and decimated ancient populations because of the devastating epidemics to which they gave rise [<a id="nh7" class="spip_note" title="Biological and Cultural (...)" name="nh7" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb7">7</a>].</p>
<h3 class="spip">The refusal of grand narratives</h3>
<p class="spip" align="justify">Global history however suffers from definition deficit. A recent work by Pamela Kyle Crossley [<a id="nh8" class="spip_note" title="[8] Pamela Kyle Crossley, What is Global History, Cambridge, Polity Press, (&#8230;)&#8221; name=&#8221;nh8&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb8&#8243;>8</a>] for example suggests dividing relevant work into four main strands. There are, first, those works dealing with the history of humanity and the processes of divergence from a common source, like those of Cavalli-Sforza [<a id="nh9" class="spip_note" title="the (...)" name="nh9" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb9">9</a>], which appeal to genetic analyses to try and retrace the process of populating the world, starting from Africa. She next cites those who, on the contrary, observe convergences based on universal historical laws, such as those elaborated by Marx for instance, whereby societies attain socialism by first passing through the tribal or community stage, then the Asian, ancient, feudal, and bourgeois (capitalist) stages, which has greatly inspired historiographies across the world. There are also those studies dealing with the contact between the different parts of the globe in the form of “contagions”, often taking the form of world pandemics. And there are those who have tried to show to what extent all parts of the globe have been caught up in the same system, the most famous representative of which is Immanuel Wallerstein and his “world system”, providing a model of western capitalism’s hegemony over the whole planet. By drawing together such diverse works Pamela Kyle Crossley could be rebuked for drawing up far too large and vague a portrait of this historiographical school and above all, for failing to explain the specific form of globalisation that has developed in the last ten years. The originality of the special issue of the <em class="spip">Revue d’histoire moderne et contemporaine</em> comes in its refusal of the “Grand Narrative” of the West’s advance towards modernity, and its refusal to simplify the larger systems of historical interpretation at the heart of this new world historical method. They refuse, for example, to shut up historical dynamics in concepts such as those of “centre” and “periphery” used by Immanuel Wallerstein [<a id="nh10" class="spip_note" title="[10] Immanuel Wallerstein seems nevertheless to have qualify his thesis and (&#8230;)&#8221; name=&#8221;nh10&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb10&#8243;>10</a>] while they show themselves willing to look into connections and movements in all forms, leaving no part of the world passive to the processes of transfer and mixity at work in the phenomena of globalisation.</p>
<p class="spip" align="justify">For Romain Bertrand, “connective history” is at the heart of global history and above all a practical research approach in which cultural specialists such as Serge Gruzinski or Sanjay Subrahmanyam address the question of the rise of empires, in the case of the trans-oceanic imperial orders of the 16th to the 18th centuries. Jean-Paul Zuniga shows for example how the vast terrain of enquiry that is the history of the Spanish empire reveals the way in which the different individual and collective logics at work in the process of integration should be apprehended in the practical form of their implementation in each precise social context. It is a matter, on the one hand, of looking at lifestyles and thoughts arising from phenomena of diversity and cultural adaptation produced by the formation of empires through the study of connections established between their different parts and the circulation of men, ideas, techniques, and resources. It is also important to produce a different narrative, free from ethno-centricism, of the coming of imperial “world systems” using sources from around the world, and not specifically European ones.</p>
<h3 class="spip">Abandoning Eurocentricism</h3>
<p class="spip" align="justify">It is in this radical criticism of Eurocentricism that global history and connective histories differ from the already long tradition of historical analysis, placing itself in a global perspective. Global history is obviously not a new perspective. Karen Barkey, in her contribution, observes that we should also understand this historiographical movement within the intellectual tradition of the 19th and 20th centuries, running through Spencer, Comte, Mill, Marx and Weber, and their search for general laws governing the evolution of societies throughout the world.</p>
<p class="spip" align="justify"><em class="spip">The Theft of History</em> by the anthropologist Jack Goody, probably the most recent contribution to this debate, highlights the ethno-centric presuppositions and the teleological analyses aimed at explaining the economic and scientific rise of the West from the Renaissance onwards and the reasons for which other more advanced civilisations such as China and the Arab world have stagnated and not undergone industrial revolutions. Goody sets out to show “how Europe has not only neglected or underestimated the history of the rest of the world, which leads it to misinterpret its own history but also how it has imposed its own concepts and periodisations, worsening our lack of comprehension of Asia in a manner that is as significant for the past as it is for the future” [<a id="nh11" class="spip_note" title="[11] Jack Goody, The Theft of History, Cambridge, Cambridge University (&#8230;)&#8221; name=&#8221;nh11&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb11&#8243;>11</a>]. Goody’s contribution is particularly radical and stimulating in the sense that he doesn’t merely criticise authors whose ethnocentric presuppositions are well known today, like Marx or Weber, but also more recent analysts, who are <em class="spip">in principle</em> better immunized against such shortcomings. From Goody’s perspective, Joseph Needham’s examination of the extraordinary qualities of Chinese science is caught up in the teleological premise of its future undermining by western science, while Fernand Braudel’s long discussions on the origins of capitalism situate them wrongly, according to Goody, exclusively in Europe.</p>
<p class="spip" align="justify">Global history is not simply concerned with toppling the major figures of the discipline; it also sometimes questions those methods that seemed most capable of explaining distant cultures. Comparative history was mauled by Sanjay Subrahmanyam and accused of Euro-centricism. Subrahmanyam’s reproach is that comparative history is too caught up in specific interpretative matrices based on underlying themes – such as the birth or the rejection of modernity, the construction of the State, or modes of production – or caught up in philosophies or theories of history that often find the answers to questions raised within themselves. The choices of subjects to compare, the framework and criteria for analysis, and selected determinisms – whether climatic, geographical, economic, technical or cultural – are too often defined by European standards to his mind [<a id="nh12" class="spip_note" title="[12] Sanjay Subrahmanyam, art. cit.&#8221; name=&#8221;nh12&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb12&#8243;>12</a>].</p>
<h3 class="spip">The institutional causes of French provincialism</h3>
<p class="spip" align="justify">Giorgio Riello’s contribution to the special issue shows us how developed researcher networks, bringing together the different horizons necessary to global history and the creation of its objectives, has become in Britain. There are for example the Warwick Global History and Cultural Centre recently created by the University of Warwick, or the Global Economic History Network created by the department of economic history of the London School of Economics. The image that Caroline Douki and Philippe Minard paint of France is much more pessimistic. They use their introduction to fairly virulently criticise French university institutions, questioning the “provincialism of French universities, the fundamental conservativism of an institution stubbornly resistant to international openings in comparison to other countries.” They are particularly surprised about the almost total silence reigning over the work of Kenneth Pomeranz on the “great divergence” between China and Western Europe [<a id="nh13" class="spip_note" title="[13] Pomeranz upholds that China and western Europe had comparable levels (&#8230;)&#8221; name=&#8221;nh13&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb13&#8243;>13</a>], whereas this important work has been the subject of considerable debate outside France. An equally negative appraisal was also provided in a recent report by Christophe Jaffrelot and Dominique Darbon on the state of French research into Asian political science, which has a worryingly low profile in French universities [<a id="nh14" class="spip_note" title="[14] Report coordinated by Dominique Darbon and Christophe Jaffrelot, La (&#8230;)&#8221; name=&#8221;nh14&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb14&#8243;>14</a>].</p>
<p class="spip" align="justify">However, one of the great merits of this issue of the <em class="spip">Revue d’histoire moderne et contemporaine</em> is not simply to denounce the stifling effects of historical research in France, but also to offer interesting channels of enquiry to the scientific community of specialists in distant cultures. This community has often been reproached for working in a vacuum, for revelling in scholasticism, and for only bringing a very weak theoretical contribution to human and social sciences, and ultimately, very little response to its ethnocentric drifts.</p>
<p class="spip" align="justify">In France, as Caroline Douki and Philippe Minard note, the organisation of research in non-European areas is above all based on groups of researchers divided into cultural areas –literally translated in certain cases by Nation States – within the framework of institutions such as the INALCO, EHESS, EFEO, and CNRS or in departments dedicated to eastern languages and civilisations within universities. On the one hand, this organisation has ensured the existence and continuity of teaching and research in distant areas that have been almost ignored by the disciplinary departments of universities. It has also been in a position to perpetuate the idea according to which the joint teaching of languages and civilisations was the sine qua non condition for the formation of true specialists in distant areas. And as Giorgio Riello points out, global history is not self-sufficient and supposes sharing work between specialists of very different cultural areas who have access to sources in vernacular languages and practicians of great transversal themes, such as the history of work, or sciences and techniques. On the other hand, confining these distant areas into a handful of institutions has exempted universities from any form of reflection about their actual place in human and social sciences in general.</p>
<h3 class="spip">The risk of Americo-centricism</h3>
<p class="spip" align="justify">In the United States, it can be observed that the rise of World History has corresponded to a great decline in “Area Studies” that have inspired French cultural approaches. We might remember that Area Studies were created after the Second World War, as an attempt to know, analyse, and interpret cultures through a multi-disciplinary prism. They were also more political concerns involved, in particular the desire to develop knowledge about regions considered to be strategically placed in the Cold War. Radical criticism of Area Studies emerged, emblematic of which was Edward Said’s <em class="spip">Orientalism</em> in 1977. Said accused classical orientalists and Area Studies specialists of trying to reconstruct, through the notion of the East, or through geographical units such as the Middle East, the identity of foreign populations in such a way as to justify the domination of western powers [<a id="nh15" class="spip_note" title="[15] Edward Said, L&#8217;Orientalisme. L&#8217;Orient créé par l&#8217;Occident (translated by (&#8230;)&#8221; name=&#8221;nh15&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb15&#8243;>15</a>], Area Studies became one of the targets of “Post-Colonial Studies”, which accused them of serving colonial and imperialist interests. With the end of the Cold War, Area Studies increasingly lost importance as a political project. The analysis of globalisation will then tend to become a domain reserved for economics.</p>
<p class="spip" align="justify">In the United States, within economic sciences, but also, to a certain extent, within political sciences, the domination of the postulate according to which all societies can be understood from the same interpretative framework, based on a specific fundamentalist conception of methodological individualism, has led to a decline in studies based on genuine work in the terrain. This decline in Area Studies is very worrying for the future and we might legitimately ask ourselves if, despite its undeniable contributions, a form of Global History that relies, in many works, on English sources is really in a position to pick up the baton. Thus, while the blockade in French institutions, as observed in the special issue of the <em class="spip">Revue d’histoire moderne et contemporaine</em>, is undeniable and even useful to flag up, we should remain cautious as to how exemplary Anglo-Saxon global history is when it comes to making up for French universities’ shortfalls in the domain of the renewal of historiographical scale and in research into a less ethnocentric history. This is what Caroline Douki and Philippe Minard do when they write that “de-provincialising French historiography, and opening windows to a vast world, does not mean slavishly following a model designed elsewhere” and, in reference to Pierre Bourdieu, they warn against “the pitfalls of symbolic legitimisation through cultural importation and the dangers of an internationalisation of research that would only be mere Americanisation”.</p>
<p class="spip" align="justify">We have to avoid the remedy becoming worse than the illness, as it were. Furthermore we must not lose sight of the fact that France has produced its own debate on cultural areas. Thus in the issue of the <em class="spip">Annales</em> already cited earlier, Maurice Aymard extolled the merits of the Chinese historian R. Bin Wong who saw in Braudel’s <em class="spip">Méditerranée</em> a model of a “region” capable of serving as a basis for specialists of Asia in thinking about areas more fertile for research. Maurice Aymard rather mischievously remarked that while Braudel borrowed the virtues of interdisciplinarity in cultural areas from the United States for the 6th section of the EPHE, he did not apply such an analytic framework to the Mediterranean [<a id="nh16" class="spip_note" title="une comparaison nécessaire”, (...)" name="nh16" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb16">16</a>]. Finally, while French research has produced its own critique of cultural areas, it has also forged its own conception. This has been well illustrated by an energetic plea on the part of Yves Chevrier for whom “thinking about cultures and the study of cultures does not just mean thinking about different places […], it means thinking about the world […], a world that presents itself in its totality, including in its former Euro-western centre as a collection of cultural and historical areas […]. The research on cultural areas appears as the very site where the most general issues of human science are formed” [<a id="nh17" class="spip_note" title="[17] Yves Chevrier, “Les aires culturelles dans les sciences de l&#8217;homme et de (&#8230;)&#8221; name=&#8221;nh17&#8243; href=&#8221;http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nb17&#8243;>17</a>]. In this sense, the real challenge set by human and social sciences to a nation eager to become a genuine actor in the process of globalisation is possibly to be able to train specialists in cultural areas and global history who are genuinely capable of defining their subjects, but also capable of encountering non-western historiographies. Is it not here that lies our ability to shelve the old Eurocentric models and better grasp the world in the making today, the centre of gravity of which is undeniably shifting?</p>
<p class="spip" align="justify">Translation from the French by Jonathan Sly</p>
</div>
<p><!-- finde_surligneconditionnel -->by   				<span class="nom_auteur"><a href="http://www.laviedesidees.fr/_Thomann-Bernard_.html">Bernard Thomann</a></span> <span class="date">[05-01-2009]</span></p>
<div class="ps">
<h2>savoir plus</h2>
<p><!-- debut_surligneconditionnel --></p>
<div>
<p class="spip"><img src="http://www.laviedesidees.fr/squelettes/puce.gif" alt="-" width="8" height="11" /> The <a class="spip_out" href="http://www.cairn.info/revue-d-histoire-moderne-et-contemporaine.htm"><em class="spip">Revue d’histoire moderne et contemporaine</em></a></p>
<p class="spip"><img src="http://www.laviedesidees.fr/squelettes/puce.gif" alt="-" width="8" height="11" /> The site of the <a class="spip_out" href="http://worldhistoryconnected.press.uiuc.edu/index.html">World History Connected</a> online review, with free-access articles</p>
<p class="spip"><img src="http://www.laviedesidees.fr/squelettes/puce.gif" alt="-" width="8" height="11" /> The <a class="spip_out" href="http://worldhistoryconnected.press.uiuc.edu/2.1/br_hubbell.html">review</a> of David Landes’ work, by Kenneth Pomeranz and R. Bin Wong on the World History Connected site</p>
<p class="spip"><img src="http://www.laviedesidees.fr/squelettes/puce.gif" alt="-" width="8" height="11" /> The review of <a class="spip_out" href="http://www.h-net.org/reviews/showrev.php?id=4476"><em class="spip">The Great Divergence</em></a> by Kenneth Pomeranz, by Peter C. Perdue (MIT) on the H-Net site</p>
<p class="spip"><img src="http://www.laviedesidees.fr/squelettes/puce.gif" alt="-" width="8" height="11" /> The <a class="spip_out" href="http://www.lse.ac.uk/collections/economicHistory/GEHN.htm">Global Economic History Network</a> site of the London School of Economics</p>
<p class="spip"><img src="http://www.laviedesidees.fr/squelettes/puce.gif" alt="-" width="8" height="11" /> The <a class="spip_out" href="http://www2.warwick.ac.uk/fac/arts/history/ghcc">Warwick University Global History and Culture Centre</a> site</p>
<p class="spip"><img src="http://www.laviedesidees.fr/squelettes/puce.gif" alt="-" width="8" height="11" /> The <a class="spip_out" href="http://www.etudes-africaines.cnrs.fr/pdf/sciencepolitique.pdf">report</a> by Dominique Darbon and Christophe Jaffrelot on the state of French political science research in Asia</p>
</div>
<p><!-- finde_surligneconditionnel --></div>
<h2>Footnotes</h2>
<p><!-- debut_surligneconditionnel --></p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 1" name="nb1" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh1">1</a>] Marcel Détienne, <em class="spip">Comparer l’incomparable</em>, Paris, Seuil, 2000.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 2" name="nb2" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh2">2</a>] Source: Christophe Charle, “Les historiens français de la période moderne et contemporaine. Essai d’autoportrait”, <em class="spip">Lettre d’information de l’Institut d’Histoire Moderne et Contemporaine</em>, 19, 1982, p. 8-18.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 3" name="nb3" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh3">3</a>] Source: Daniel Roche (dir.), <em class="spip">Répertoire des historiens français de la période moderne et contemporaine. Annuaire 2000</em>, Paris, CNRS Edition, 2000.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 4" name="nb4" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh4">4</a>]  Christophe Charle, “Être historien en France: une nouvelle profession?”, in François Bédarida (dir.), <em class="spip">L’histoire et le métier d’historien en France, 1945-1995</em>, Paris, Éditions de la MSH, 1995, cited by Caroline Douki, Philippe Minard, “Histoire globale, histoires connectées: un changement d’échelle historiographique?”, <em class="spip">Revue d’histoire moderne et contemporaine</em>, n° 54-4 bis, 2007, p. 14.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 5" name="nb5" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh5">5</a>] Serge Gruzinski, “Les mondes mêlés de la monarchie catholique et autres connected histories ”, <em class="spip">Annales. Histoire, Sciences sociales</em>, 56e année, n°1, janvier-février 2001.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 6" name="nb6" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh6">6</a>]  Sanjay Subrahmanyam, “Du Tage au Gange au XVIe siècle: une conjoncture millénariste à l’échelle eurasiatique”, <em class="spip">Annales. Histoire, Sciences sociales</em>, 56e année, n°1, janvier-février 2001, p. 51-84.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 7" name="nb7" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh7">7</a>] Alfred Crosby, <em class="spip">The Columbian Exchange: Biological and Cultural Consequences of 1492</em>, Wesport Conn, Greenwood, 1972.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 8" name="nb8" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh8">8</a>] Pamela Kyle Crossley, <em class="spip">What is Global History</em>, Cambridge, Polity Press, 2008.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 9" name="nb9" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh9">9</a>] Luigi Luca et Francesco Cavalli-Sforza, <em class="spip">The Great Human Diasporas: the History of Diversity and Evolution</em>, New York, Addison-Wesley, 1995.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 10" name="nb10" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh10">10</a>] Immanuel Wallerstein seems nevertheless to have qualify his thesis and has evolved towards a critique of Euro-centricism, as can be seen in his article appeared in 1997 in the <em class="spip">New Left Review</em>: “Eurocentrism and its Avatars: The Dilemmas of Social Science”, <em class="spip">New Left Review</em>, n° 226, 1997.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 11" name="nb11" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh11">11</a>]  Jack Goody, <em class="spip">The Theft of History</em>, Cambridge, Cambridge University Press, 2007, p. 8.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 12" name="nb12" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh12">12</a>] Sanjay Subrahmanyam, art. cit.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 13" name="nb13" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh13">13</a>] Pomeranz upholds that China and western Europe had comparable levels of development at the end of the 18th century and thus sets out to re-examine the question of the reasons for which the industrial revolution took place in Europe rather than in China: Kenneth Pomeranz, <em class="spip">The Great Divergence: China, Europe, and the Making of the Modern World Economy</em>, Princeton, Princeton University Press, 2000.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 14" name="nb14" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh14">14</a>] Report coordinated by Dominique Darbon and Christophe Jaffrelot, <a class="spip_out" href="http://www.etudes-africaines.cnrs.fr/pdf/sciencepolitique.pdf"><em class="spip">La recherche sur les aires régionales en sciences politiques: bilan et perspectives</em></a>.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 15" name="nb15" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh15">15</a>] Edward Said, <em class="spip">L’Orientalisme. L’Orient créé par l’Occident</em> (translated by Catherine Malamoud and prefaced by Tzvetan Todorov), Paris, Seuil, 1980 [new edition with a preface by the author (2003) published by Le Seuil in 2005].</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 16" name="nb16" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh16">16</a>] Maurice Aymard, “De la Méditerranée à l’Asie: une comparaison nécessaire”, <em class="spip">Annales. Histoire, Sciences sociales</em>, 56e année, n°1, janvier-février 2001, p. 43-50.</p>
<p class="spip_note">[<a class="spip_note" title="Footnotes 17" name="nb17" href="http://www.laviedesidees.fr/History-and-Globalisation.html#nh17">17</a>]  Yves Chevrier, “Les aires culturelles dans les sciences de l’homme et de la société”, <em class="spip">Colloque Prospective</em>, 24-26 septembre 2003, ateliers thématiques, CNRS (département SHS), 5669.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/178/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=178&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Raymond Aron e Gaza</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 21:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>

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		<description><![CDATA[O que diria Raymond Aron sobre os raids israelenses e sobre o estado crítico de Gaza?
Publicado emPEB &#38; RI       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=175&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que diria <a href="http://www.affaires-strategiques.info/spip.php?article606">Raymond Aron</a> sobre os raids israelenses e sobre o estado crítico de Gaza?</p>
<br />Publicado emPEB &amp; RI  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/175/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/175/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/175/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=175&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Os arquivos digitais da Administração Bush</title>
		<link>http://aclessa.info/2008/12/30/os-arquivos-digitais-da-administracao-bush/</link>
		<comments>http://aclessa.info/2008/12/30/os-arquivos-digitais-da-administracao-bush/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 12:08:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre a Web]]></category>

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		<description><![CDATA[A administração Bush, que sai em 20 de janeiro, deixa um extraordinário volume de informações em formato digital. Apenas a Casa Branca produziu nos 8 anos do governo Bush 50 terabytes de arquivos (inclusive e-mails), que começam a ser recuperados e tratados pelo NARA. Esse volume é cinco vezes maior do que o deixado pela [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=171&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A administração Bush, que sai em 20 de janeiro, deixa um extraordinário volume de informações em formato digital. Apenas a Casa Branca produziu nos 8 anos do governo Bush 50 terabytes de arquivos (inclusive e-mails), que começam a ser recuperados e tratados pelo NARA. Esse volume é cinco vezes maior do que o deixado pela administração Clinton, como se vê na matéria abaixo.</p>
<p><span id="more-171"></span></p>
<h3>Keepers of Bush data face system overload as electronic records snowball 	 	 		 			By Robert Pear and Scott Shane</h3>
<p>International Herald Tribune &#8211; Sunday, December 28, 2008</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>WASHINGTON:</strong> The National Archives has put into effect an emergency plan to handle electronic records from the Bush White House amid growing doubts about whether its new $144 million computer system can cope with the vast quantities of digital data it will receive when President George W. Bush leaves office on Jan. 20.</p>
<p style="text-align:justify;">The technical challenge was an inevitable result of the explosion in cybercommunications, which archives officials estimated will make the electronic record of the Bush years about 50 times as large as that left by the Clinton White House in 2001.</p>
<p style="text-align:justify;">The collection will include top-secret e-mail tracing plans for the Iraq war as well as scenes from Barney Cam 2008, a White House video featuring the first pet.</p>
<p style="text-align:justify;">Under federal law, the government has &#8220;complete ownership, possession and control&#8221; of presidential and vice-presidential records. The moment Bush leaves office, the National Archives becomes legally responsible for &#8220;the custody, control and preservation&#8221; of the records.</p>
<p style="text-align:justify;">Archives officials who disclosed the emergency plan said it would mean that the agency would initially take over parts of the White House storage system, freezing the contents on Jan. 20. Only later, after further study, will archivists try to move the records into the computer system they have devised as a repository for digital data.</p>
<p style="text-align:justify;">Questions about the archives&#8217; capacity have added a new element to the uneasiness felt by open-government advocates and historians, who already fear that departing White House officials, particularly Vice President Dick Cheney, may not turn over everything. Cheney asserted this month in a court case that he had absolute discretion to decide which of his records were official and which were personal, and so do not have to be transferred to the archives,</p>
<p style="text-align:justify;">The National Archives has already begun trucking boxes of paper records from the White House to a warehouse it is leasing in Lewisville, Texas, not a great distance from where Bush&#8217;s presidential library is to be built, at Southern Methodist University in Dallas.</p>
<p style="text-align:justify;">The archives invoked its emergency plan to deal with problems in transferring two types of electronic files: a huge collection of digital photographs and the &#8220;records management system,&#8221; which provides an index to most of the textual records generated by Bush and his staff members over eight years.</p>
<p style="text-align:justify;">Archivists said it could be weeks or months before those files could be indexed and searched.</p>
<p style="text-align:justify;">In their plan, archives officials wrote, the transition poses &#8220;unique challenges&#8221; because of the huge volume of electronic records, some of them in unfamiliar formats.</p>
<p style="text-align:justify;">Although archivists have been working with the White House to survey the documents, &#8220;there is always a possibility that some electronic records may be overlooked,&#8221; the officials wrote.</p>
<p style="text-align:justify;">If the electronic records of the Bush White House total 100 terabytes of information, as archives officials estimate, that would be about 50 times the volume of electronic records left behind by the Clinton White House in 2001 and about five times the contents of all 20 million catalogued books in the Library of Congress.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;It&#8217;s a monstrous volume of material, and some people wonder if the system can absorb it,&#8221; said Lee White, executive director of the National Coalition for History, a collection of 60 archival and historical groups.</p>
<p style="text-align:justify;">Sam Watkins, a transition liaison officer at the archives, said his agency was expecting to receive 20 to 24 terabytes of e-mail alone from the Bush White House. By contrast, Watkins said, the volume of e-mail from the Clinton White House was less than one terabyte.</p>
<p style="text-align:justify;">While some routine messages may be of little interest to historians, the law does not generally permit White House officials to pick which messages to preserve. And for an administration not documented by the tapes that captured the inside story of the Johnson and Nixon White Houses, e-mail may provide a substitute, historians said.</p>
<p style="text-align:justify;">The archives said it had &#8220;a high level of confidence&#8221; that it could bring the e-mail into its electronic record-keeping system and retrieve messages in response to requests from Congress and the courts.</p>
<p style="text-align:justify;">But Thomas Blanton, director of the nonprofit National Security Archive, a plaintiff in several lawsuits seeking Bush administration records, said the National Archives&#8217; track record did not justify such a claim. &#8220;Their confidence is inexplicable,&#8221; he said.</p>
<p style="text-align:justify;">Archives officials said they might have been better prepared for the transition if the White House had cooperated earlier.</p>
<p style="text-align:justify;">Millions of White House e-mails created from 2003 to 2005 appear to be missing and may not be recoverable. And in September 2007, the top lawyer at the National Archives wrote in a memorandum that he had &#8220;made almost zero progress&#8221; planning the transition because the White House had ignored repeated requests for infor-mation about the volume and formats of electronic records.</p>
<p style="text-align:justify;">In May of this year, the Government Accountability Office, the investigative arm of Congress, found that &#8220;the administration had not yet provided specific information on the volume and types of data to be transferred&#8221; to the archives. Linda Koontz of the accountability office warned in May and again in September that the National Archives might not be ready for the torrent of electronic records on Jan. 20.</p>
<p style="text-align:justify;">Even if the technology were perfect, some historians, librarians and watchdog groups said they did not trust this administration to preserve its records.</p>
<p style="text-align:justify;">
<br />Publicado emPEB &amp; RI, Sobre a Web  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/171/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/171/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/171/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=171&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Bolsas de estudos no Canadá</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 11:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Oportunidade de bolsas de estudos no Canadá &#8211; divulgamos em Mundorama no início do mês.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Oportunidade de <a href="http://mundorama.net/2008/12/19/191220081119/" target="_blank">bolsas de estudos no Canadá</a> &#8211; divulgamos em Mundorama no início do mês.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/169/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/169/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/169/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=169&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Da série &#8220;Esqueci de postar&#8221;: Resenha de “A Batalha pela Espanha: a guerra civil espanhola (1936-1939)”, de Antony Beevor</title>
		<link>http://aclessa.info/2008/12/07/071220080849/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 11:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu em Meridiano 47 de novembro, e se acessa aqui ou se lê abaixo&#8230;  

Resenha de BEEVOR, Antony. A Batalha pela Espanha: a guerra civil espanhola (1936-1939). Rio de Janeiro: Record, 2007, 714 p.  ISBN 8501075205.

A guerra civil da Espanha, um dos mais trágicos conflitos do século XX,  foi contundentemente retratada em peças da literatura [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=154&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Saiu em <em>Meridiano 47</em> de novembro, e se acessa <a href="http://meridiano47.info/2008/11/26/261110081033/">aqui</a> ou se lê abaixo&#8230;  <span id="more-154"></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Resenha de BEEVOR, Antony. <em>A Batalha pela Espanha: a guerra civil espanhola (1936-1939)</em>. Rio de Janeiro: Record, 2007, 714 p.  ISBN 8501075205.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">A guerra civil da Espanha, um dos mais trágicos conflitos do século XX,  foi contundentemente retratada em peças da literatura universal e em imagens marcantes do século, tendo sido eternizada na literatura mundial por Ernest Hemingway, em Por quem os sinos dobram, e o seu épico magistralmente ilustrado por Pablo Picasso, em Guernica. Romantizada, sem dúvida, pelos relatos dos envolvidos de lado a lado, a Guerra antecipou as oposições que se tornariam evidentes com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, tendo sido o palco da política de intervenção das potências européias e medida do enfrentamento feroz a que se entregariam poucos anos depois.<br />
A Batalha pela Espanha, do pesquisador inglês Antony Beevor, é uma atualização de obra homônima publicada em 1982, que se fez necessária a partir da abertura do acesso a novas fontes documentais sobre o conflito, algumas delas na Espanha, mas principalmente na Rússia pós-soviética. Beevor é já conhecido do público brasileiro por outros títulos extraordinários que não versam propriamente sobre história militar, mas sobre dimensões político-diplomáticas de episódios da Segunda Guerra Mundial. Entre esses títulos, destacam-se Creta: Batalha e resistência na Segunda Guerra Mundial (2008),  Stalingrado (2002), Berlim, 1945: A Queda (2004) e O Mistério de Olga Tchekova (2005), todos trabalhos construídos a partir de sólida e diversificada base documental.<br />
Este Batalha pela Espanha é principalmente uma história política e militar do conflito, recuperando o desenrolar dos eventos da vida política espanhola do final da Primeira Guerra até o final da Segunda. Para Beevor, os fundamentos da Guerra Civil não estão no golpe de Estado de julho de 1936, mas nos padrões que moldaram a estrutura social da Espanha desde o período da Reconquista (722-1492), quando o norte Cristão conquistou o sul mouro e unificou a Espanha sob o cristianismo. Os fatores sociais mais relevantes para o conflito se situam  na estrutura social espanhola dos anos vinte e, mais particularmente, no alinhamento da monarquia, da igreja, dos grandes proprietários rurais e do exército, o que alimentou os conflitos de classe, o debate sobre a modernização política e as rivalidades regionais.<br />
A barbárie de uma guerra civil, por breve que seja, já é suficiente para chocar pelo contexto das ideologias polarizadas, pela ferocidade da ação militar das partes, pelos relatos de coragem e de sacrifício. A Guerra Civil da Espanha teve um componente adicional na sua trama trágica, que foi o envolvimento determinado da Alemanha nazista e da Itália fascista (que apoiaram de modo decidido material e politicamente os nacionalistas), e da União Soviético, tardio e insuficiente, ao lado dos republicanos. Os limites e as insuficiências das políticas de mediação da França e da Grã-Bretanha e o distanciamento dos Estados Unidos do conflito, fizeram da Guerra Civil espanhola um negócio dos autoritarismos europeus.<br />
A narrativa elegante e envolvente, preservada em boa tradução, é um estímulo aos leitores que se entregam às pouco mais de 700 páginas dessa intensa história. A Batalha pela Espanha, obra de um historiador meticuloso, não se destina apenas aos iniciados em História da Europa e em Relações Internacionais, mas também a todos quantos se interessem pelas dimensões humanas de um conflito que foi o prólogo da grande tragédia européia que foi a Segunda Guerra Mundial.</p>
<br />Publicado emPEB &amp; RI  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/154/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/154/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/154/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=154&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Da série &#8220;Esqueci de postar&#8221;: A Quinta República em 2008: o que se comemora no marco da Constituição Francesa de 1958</title>
		<link>http://aclessa.info/2008/12/05/da-serie-esqueci-de-postar-a-quinta-republica-em-2008-o-que-se-comemora-no-marco-da-constituicao-francesa-de-1958/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 00:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[PEB & RI]]></category>

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		<description><![CDATA[Esqueci de postar&#8230; A perspectiva de vir para a França, trabalhar sobre a França, me levou a escrever uma nota sobre o cinquentenário da V República&#8230; da França. Saiu no Meridiano 47 de outubro, e se acessa aqui, ou se lê abaixo.
A crise política que trouxe o General de Gaulle de volta ao poder na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=152&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esqueci de postar&#8230; A perspectiva de vir para a França, trabalhar sobre a França, me levou a escrever uma nota sobre o cinquentenário da V República&#8230; da França. Saiu no <em>Meridiano 47</em> de outubro, e se acessa <a href="http://meridiano47.info/2008/10/10/101020080834/">aqui</a>, ou se lê abaixo.<span id="more-152"></span></p>
<p style="text-align:justify;">A crise política que trouxe o General de Gaulle de volta ao poder na França em junho de 1958 teve como um dos seus mais notáveis resultados a produção de uma nova configuração político-institucional, plasmada na Constituição preparada por de Gaulle a aprovada massivamente em referendo popular em 28 de setembro daquele ano. Com a promulgação da nova Constituição, em 4 de outubro , há cinqüenta anos, se encerrava um ciclo de instabilidade na vida política da França, e se iniciava a Quinta República<br />
É sempre um exagero afirmar que as crises políticas na França são tão graves que não encontram paralelos na história do país. A crise de 1958 foi provocada pela inadequação dos projetos do passado, mais particularmente do seu Império colonial, aos imperativos da modernização de um país que se reergueu rapidamente após a tragédia da Segunda Guerra Mundial e conseguiu se adaptar, não sem dores, a um papel de menor importância na nova configuração do poder mundial.  Com efeito, desde poucos meses antes, o aumento da tensão política na Argélia e a ameaça de um golpe militar que tinha por intenção ali perenizar a presença francesa pôs em evidência os limites da ordem política instituída com a Constituição de janeiro de 1946. A falta de um Executivo forte e o desequilíbrio das instituições  e a grande instabilidade dos governos foram a marca da IV República, que se convulsionava naqueles dias de maio.<br />
Chamado do exílio a que se impôs depois da sua saída do poder em maio de 1946 como o único dos franceses que seria capaz de deter a crise e restabelecer a ordem,  de Gaulle assumiu como Primeiro-Ministro em junho, impondo à Assembléia Nacional as suas condições: por seis meses, poderes plenos para restaurar a autoridade do Estado, restabelecendo a tranqüilidade na Argélia e ajustando as finanças públicas e, o mais importante, condições para sanar aquele que ele percebia como o principal problema da França &#8211; a confusão e a impotência dos poderes da República. Enfim, a sua mais importante exigência, era uma nova Constituição, que reconfigurasse o sistema político e que permitisse aos poderes públicos o desempenho das suas funções. A Assembléia lhe deu o voto de confiança, com 329 votos a favor (e 224 contra) e de Gaulle se tornou o último Primeiro-Ministro de um regime ao qual ele não se cansou de combater, com o desafio de mudar a ordem política dentro da legaligade.<br />
A Constituição da V República, elaborada sobre as ruínas da Constituição de 1946, é considerada um texto inovador. Contrariamente às Constituições anteriores, a de 1958 tem claramente a ambição de  soerguer um executivo forte e estável no quadro de um regime democrático, o que passava pela racionalização do parlamentarismo.  O texto constitucional de 1958 é flexível o bastante para ser ajustado, como o foi umas tantas vezes, às transformações da sociedade, aos imperativos do sistema político e do próprio papel que a França desempenha nas Relações Internacionais em geral  e, mais particularmente, no processo de construção da Europa comunitária.<br />
A primeira das grandes mudanças por que a Constituição de 1958 passou foi sem dúvida o estabelecimento de eleições diretas para o Presidente da República, o que trouxe também o imponderável problema da coabitação (ou seja, quando o Presidente da República não tem condições de nomear o Primeiro-Ministro, por não ter a maioria na Assembléia Nacional), o que não foi pensado em 1962 quando esta reforma foi adotada, mas que sobreveio em momentos posteriores &#8211; em 1986-1988, 1993-1995 e 1997-2002.<br />
O texto constitucional de 1958 também foi adaptado para se ajustar às necessidades do processo de integração na Europa, de que a França se fez líder nos seus primórdios. A transferência de competências do Estado para a entidade comunitária que se construía afetou profundamente as relações entre os poderes Executivo e Legislativo, como previstos originalmente na letra da Constituição. Da mesma forma,  se fez necessário adaptar as prerrogativas do Judiciário, tocadas pela influência do direito comunitário.<br />
Nos termos dos atributos clássicos de um sistema político, a Quinta República francesa, inaugurada com a Constituição de 1958, deve ser considerada um grande sucesso, sendo que a sua longevidade se deve a uma combinação bem sucedida de estabilidade política e adaptabilidade institucional que proveram um bom equilíbrio ao sistema estabelecido. A sua credibilidade é testemunhada pelo fato de que não existem partidos ou grupos políticos expressivos que contestem a sua legitimidade.<br />
Medido em termos da sua performance, a ordem instituída pela Constituição de 1958 tem numerosas façanhas para o seu crédito. Principalmente foi o marco no qual se relativizou o estreitamento do prestígio internacional da França, além de ter presidido o seu crescimento econômico. Principalmente, a sua grande conquista foi a de prover o país de estabilidade de governo e de poderes, alem de marcos precisos para a ação política, com preservação das instituições democráticas, o que a vida política francesa não conheceu nas décadas que antecederam o regime da V República.</p>
<br />Publicado emPEB &amp; RI  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/152/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/152/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/152/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=152&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pós-doc</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 16:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecendo...]]></category>

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		<description><![CDATA[Estarei fora de circulação entre 10 de novembro e 10 de fevereiro, para fazer estágio de pós-doutorado na França. Terminarei dois livros, se conseguir juntar toda a documentação que pretendo&#8230;
Publicado emAcontecendo...       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=101&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estarei fora de circulação entre 10 de novembro e 10 de fevereiro, para fazer estágio de pós-doutorado na França. Terminarei dois livros, se conseguir juntar toda a documentação que pretendo&#8230;</p>
<br />Publicado emAcontecendo...  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/101/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=101&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>Há cinquenta anos a Operação Pan-Americana</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 11:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acontecendo...]]></category>
		<category><![CDATA[RBPI]]></category>

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		<description><![CDATA[A Operação Pan-Americana &#8211; OPA é uma das iniciativas da diplomacia brasileira que podem ser consideradas fundamentais para a compreensão das inflexões da ação internacional do Brasil e do processo de amadurecimento e ampliação dos horizontes da sua visão de mundo.
Na carta que dirigiu ao Presidente Dwight Eisenhower dos Estados Unidos em maio de 1958, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=99&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Operação Pan-Americana &#8211; OPA é uma das iniciativas da diplomacia brasileira que podem ser consideradas fundamentais para a compreensão das inflexões da ação internacional do Brasil e do processo de amadurecimento e ampliação dos horizontes da sua visão de mundo.<br />
Na carta que dirigiu ao Presidente Dwight Eisenhower dos Estados Unidos em maio de 1958, o Presidente Juscelino Kubitschek indicava a necessidade de revisão urgente das relações interamericanas, o que fez a partir da percepção de crescimento do sentimento anti-norte-americano nos países da América Latina e de ampla insatisfação com as linhas de cooperação para o desenvolvimento tocadas pelos Estados Unidos. A demonstração de que existia íntima conexão entre desenvolvimento econômico e as condições da segurança hemisférica introjetou na política externa do Brasil uma das idéias-força mais preciosas do pensamento diplomático brasileiro: a de que existe relação necessária entre os níveis de desenvolvimento econômico e as condições de estabilidade sistêmica, seja na América Latina ou em qualquer outra região do mundo. Afinal, o único modo de conter a penetração do comunismo (ou como se afirmava à época,  de afastar o risco de contágio das ideologias estranhas à América Latina) seria justamente afastar as suas populações da miséria, promovendo-se o desenvolvimento econômico. Esta tese seria depois apropriada pelo ideário da Política Externa Independente em 1961 e,  a partir daí, defendida com vigor pela diplomacia brasileira.<br />
Ainda que os resultados concretos e diretos da OPA sejam considerados limitados, a iniciativa ganha vulto quando são examinadas as suas vinculações com o sentido geral da ação internacional do Brasil naquele momento e dali por diante. Assim, a reivindicação de um novo lugar para o país na política hemisférica e internacional, a busca de reconhecimento do seu amadurecimento político, uma nova construção de  autonomia nas suas relações com os Estados Unidos e a valorização do multilateralismo como vetor da ação internacional fazem parte do legado da Operação Pan-Americana.<br />
A Revista Brasileira de Política Internacional é contemporânea da OPA e se fez veículo da crítica social e do debate político sobre a iniciativa.  Selecionamos pequeno conjunto de manifestações publicadas na revista nos seus números iniciais que analisam e documentam as origens, a evolução e evidenciam os limites da Operação.<br />
Ainda em 1958 a Revista publicou um alentado dossiê de síntese sobre a OPA, compilando peças fundamentais para a compreensão dos fundamentos da iniciativa. Dizia a apresentação desse dossiê: “para documentação do desenvolvimento da Operação Pan-Americana publicamos a seguir: a) a Exposição feita as classes armadas pelo Presidente Juscelino Kubitschek, em reunião realizada a 17 de agosto, no Palácio Itamarati; b) notícia do debate de que a Operação Pan-Americana foi objeto na Câmara dos Deputados: c) a Nota e o Aide-Mémoire transmitidos pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil aos Governos das Repúblicas Americanas: d) o Comunicado Conjunto da Reunião dos Ministros das Relações Exteriores. expedido em Washington. a 24 de setembro: e) declaração do Ministro Negrão de Lima. divulgada a 19 de outubro. Ainda na presente Resenha publicamos: a) os discursos pronunciados por ocasião da visita do Secretário de Estado dos Estados Unidos da América: b) a conferência pronunciada em Assunção pelo Ministro Negrão de Lima: c) a correspondência trocada entre os Presidentes Juscelino Kubitschek e Alberto Lleras Camargo.<br />
No ano seguinte Barreto Leite Filho apresentou um apanhado do estado das negociações em andamento, que era acompanhado de um novo conjunto de documentos produzidos pela chancelaria brasileira  . No número 7, também de 1959, João Carlos Muniz ensaiava sobre o significado da Operação para a ação internacional do Brasil, seguido de nova compilação de documentos  .<br />
O volume 3 da RBPI, publicado em 1960, traz em três dos seus quatro números, avaliações preciosas sobre a iniiciativa: Celso A. de Souza e Silva apresentou os antecedentes e os rumos que a iniciativa poderia tomar e publicou-se nova compilação de documentos sobre a Operação  . No número 10 da RBPI, publicado em junho daquele ano, José Garrido Torres examinou com circunspecção o sentido geral da iniciativa: &#8220;Assim a OPA permanece um propósito, uma expressão de sentimento, um estado de espírito, uma declaração de intenções, um convite aceito, em princípio, por todos os governos americanos para uma ação conjunta que não está planejada em termos de execução metódica, multiforme mas coordenada. Ainda não é uma política; é um diagnóstico. Aguarda um roteiro; não se lhe deu conteúdo programático. Corre o risco, portanto, de confirmar a regra das manifestações líricas em matéria de cooperação econômica no hemisfério. Poderá dissipar-se por falta de consistência&#8221;.<br />
O número 11 da revista, publicado em setembro de 1960 traz nova avaliação de síntese da OPA, publicada na forma de uma resenha, e com ela o editor da revista assume o empenho em atualizar o leitor sobre o desenvolvimento da iniciativa, como se vê em nova resenha publicada no número seguinte.<br />
A série de análises e de avaliações feitas por contemporâneos da iniciativa se encerra em 1961 com o artigo de T. Graydon Upton, ao tempo em que o debate social arrefece e os resultados diretos da OPA já se anunciam limitados: “a interpretação apresentada aqui não sugere, em nenhum momento, a substituição de dólares para o desenvolvimento por estandartes. A ‘Operação Pan-Americana’ somente poderá ser concretizada se o Governo norte-americano, plenamente apoiado pelo Congresso, envidar o máximo dos seus esforços nos setores econômicos e financeiros, tanto para aumentar como para tornar mais efetiva a assistência de desenvolvimento econômico e social. Mas nem só de pão vive o homem. Quando o esforço máximo econômico e social estiver sendo envidado, não deve atingir apenas as necessidades do homem, porém mentes ágeis e espíritos alevantados. Se se quiser travar uma guerra bem sucedida contra o subdesenvolvimento na América Latina, deve-se ter a escudá-la, para pessoas sensíveis, emocionais e de objetivos elevados, a dedicação de uma grande causa, pois somente dentro do espírito de tal dedicação pode o esforço e o sacrifício individuais serem suscitados, essenciais que são ao bom êxito contra tais desigualdades”.<br />
Os ideais da OPA deitaram raízes profundas na política externa brasileira e compõem parte das suas tradições, como as conhecemos hoje. Passados cinqüenta anos do seu lançamento é tempo de examinar com novo interesse os seus resultados e a sua importância, como foi feito pela Revista Brasileira de Política Internacional nos seus primeiros dias.</p>
<br />Publicado emAcontecendo... Tagged: RBPI <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/99/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=99&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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		<title>2/2008 da RBPI</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 11:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antônio Carlos Lessa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fizemos mais um bom número da RBPI, o 2/2008, na minha modesta opinião&#8230;
Como se passaram 50 anos desde o lançamento da OPA, fiz para este número uma Carta do Editor, recuperando alguns dos melhores artigos publicados na RBPI desde o seu início sobre a Operação. Como o acervo da RBPI está integralmente digitalizado e publicado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=97&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Fizemos mais um bom número da RBPI, o 2/2008, na minha modesta opinião&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Como se passaram 50 anos desde o lançamento da OPA, fiz para este número uma Carta do Editor, recuperando alguns dos melhores artigos publicados na RBPI desde o seu início sobre a Operação. Como o acervo da RBPI está integralmente digitalizado e publicado em Mundorama, os interessados podem dar uma olhada rápida nesses artigos que acompanharam a iniciativa do governo JK praticamente desde o seu lançamento. Esse foi um trabalho interessante e gostoso de fazer e vou publicar o texto em outro post. Pelo momento, fiquemos com esta boa edição, a número 2 do volume 51 da Revista Brasileira de Política Internacional&#8230;</p>
<p>Carta do Editor<br />
•    Há cinqüenta anos a Operação Pan-Americana, por Antônio Carlos Lessa</p>
<p>Artigos<br />
•    Conceitos em Relações Internacionais, por Amado Luiz Cervo<br />
•    Requisitos ambientais e acesso a mercados: o setor de defensivos agrícolas, por Ricardo K. S. Fermam e Adelaide Antunes<br />
•    Crise e castigo: as relações Brasil-África no governo Sarney, por Cláudio Oliveira Ribeiro<br />
•    Etanol e biodiesel como recursos energéticos alternativos: perspectivas da América e da Ásia, por Gilmar Masiero e Heloisa Lopes<br />
•    Opinião pública e política externa: insulamento, politização e reforma na produção da política exterior do Brasil, por Carlos Aurélio Pimenta de Faria<br />
•    Indicadores e Análise Multidimensional do Processo de Integração do Cone Sul, por Andrea Ribeiro Hoffmann, Marcelo Coutinho e Regina Kfuri<br />
•    Uma avaliação do efeito institucional sobre o comportamento dos Estados membros da OMC a partir da análise da convergência e divergência nas negociações do Gatt, Gats e Trips , por Taiane Las Casas Campos<br />
•    A Política Externa do Brasil no Século XXI: os eixos combinados de cooperação horizontal e vertical,  por Cristina Soreanu Pecequilo<br />
•    Argentina y Brasil em La Política Internacional: regionalismo y Mercosur (Estratégias, cooperación y factores de tensión), por Raúl Bernal-Meza<br />
•    Transição malograda de um poder emergente? A participação brasileira nas negociações tarifárias da Rodada Tóquio, por Rogério de Souza Farias</p>
<p>Resenha<br />
•    Le diplomate et l´intrus. L´entrée des sociétés dans l´arène internationale, por Ana Flávia Barros-Platiau</p>
<br />Publicado emAcontecendo...  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/aclessa.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/aclessa.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/aclessa.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/aclessa.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/aclessa.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/aclessa.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/aclessa.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/aclessa.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/aclessa.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/aclessa.wordpress.com/97/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=aclessa.info&blog=334908&post=97&subd=aclessa&ref=&feed=1" />]]></content:encoded>
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