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Muitos mundos, muitas teorias? Sobre a mais recente edição especial da RBPI

Concluímos a produção editorial da primeira fornada de artigos da edição especial da RBPI Many Worlds, Many Theories? . Essa edição corresponde ao número 2/2016 (Volume 59 – Número 2) da nossa revista, e foi organizada por minha colega da UnB Cristina Inoue e por Arlene Beth Tickner, professora da Universidad del Rosário, Colômbia.

A produção desta edição foi uma grande aventura. Foi a primeira edição especial que nós produzimos com seleção de artigos feita a partir de reviews inteiramente internacionais. A nota abaixo relata um pouco da trajetória de construção deste número mais do que especial.

  • Veja aqui o press release sobre a edição, publicado no site do IBRI;
  • Veja aqui o editorial, assinado por Inoue e Tickner;
  • Veja aqui a edição completa – digo, quase completa, porque ainda serão publicados mais três artigos nela até dezembro (a RBPI adotou o modelo de publicação continuada, lembra?).

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PEB & RI

Como se relacionam pesquisadores e jornalistas no Brasil?

O artigo para o qual aponto aqui faz um balanço acerca da relação complexa que há entre jornalistas e cientistas. Na área de Humanidades, e mais especificamente na minha, é uma relação dramática – eu diria, de verdadeira incompreensão, acerca dos tempos e do que podem os pesquisadores fazer e como podem ajudar no desenvolvimento das pautas.

Vale a leitura atenta:

NASSI-CALÒ, L. Como se relacionam pesquisadores e jornalistas no Brasil?. SciELO em Perspectiva. [viewed 10 September 2016]. Available from: http://blog.scielo.org/blog/2016/08/17/como-se-relacionam-pesquisadores-e-jornalistas-no-brasil/

 

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Ser editor

Editores avaliam impacto do uso dedicado do Blog Scielo em Perspectiva

O pessoal do blog Scielo em Perspectiva – Humanas fez um editorial muito legal com entrevistas com editores de Revistas que tiveram o privilégio de fazer uso dedicado daquela espaço de divulgação extraordinário. Foi o meu caso – dei uma entrevista breve sobre a nossa experiência, e o impacto que o uso dedicado (quando o blog funciona exclusivamente veiculando o material produzido por uma publicação) teve para a Revista Brasileira de Política Internacional.

Para mim, o uso dedicado trouxe um impacto enorme para a visibilidade daqueles artigos. Isso porque eu estava dirigindo a produção de um número bem razoável de boas entrevistas com os autores que tinham seus artigos publicados nas nossas edições, e considerava que chegaria um ponto em que a simples veiculação desse formato não surtiria maiores efeitos para a circulação e o impacto dos artigos. A primeira semana de uso dedicado foi feita justamente com a RBPI, no final de 2015 – uma grande honra para nós.

O editorial se acessa aqui – ou abaixo:

PACKER, A. L., et al. Uso dedicado do blog SciELO é avaliado por editores dos periódicos de Humanas. SciELO em Perspectiva: Humanas. [viewed 10 September 2016]. Available from: http://humanas.blog.scielo.org/blog/2016/08/15/uso-de-blog-e-avaliado-por-editores-de-periodicos-de-humanas/

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Para os meus alunos

Uma série de posts breves e muito interessantes sobre cinco habilidades que estudantes de pós-graduação na área deveriam desenvolver para terem carreiras bem sucedidas na Academia e em outros setores. Transcrevo abaixo o acesso para os cinco artigos, que valem a leitura:

  • Communication, in a variety of media and to a variety of audiences
  • Collaboration, especially with people who might not share your worldview
  • Quantitative literacy, a basic ability to understand and communicate information presented in quantitative form
  • Intellectual self-confidence, the ability to work beyond subject matter expertise, to be nimble and imaginative in projects and plans
  • Digital literacy, a basic familiarity with digital tools and platforms

As habilidades necessárias para uma carreira de historiador bem sucedida

Nota
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Para os meus alunos

Pensando em formatos alternativos para teses e dissertações

Um post recente do Scielo em Perspectiva traz excelente e necessária discussão sobre a etapa mais penosa, custosa e complexa em na formação de um mestre ou doutor, que é a redação da dissertação ou da tese.

Há formatos de tese de doutorado alternativos, há muito adotados em diferentes áreas do conhecimento, no exterior e no Brasil – oscilam entre a tese tradicional e o dossiê de artigos publicados (articulado por introdução, conclusão e conectores que emprestem organicidade ao trabalho que é examinado pela banca).

Abaixo eu transcrevo um trecho que dá uma medida da importância da discussão:

Com o intuito de agilizar a redação e avaliação da tese, instituições e programas de pós-graduação de vários países, inclusive do Brasil, estão optando por permitir que os candidatos que têm artigos publicados decorrentes da pesquisa do mestrado ou doutorado, substituam a redação dos capítulos da tese por estes artigos, encabeçados por uma introdução, conclusão e revisão da literatura científica. Os critérios para julgar quais artigos podem substituir a redação da tese ficam a cargo da coordenação dos programas de pós-graduação. A CAPES, órgão que atribui conceitos aos cursos de pós-graduação em todo o país, reconhece esta modalidade de tese, assim como a FAPESP e Fundações de Amparo à Pesquisa de outros estados, na concessão de bolsas e auxílios. O fato de o candidato ter trabalhos publicados em periódicos bem avaliados, entretanto, não o isenta da defesa da dissertação ou tese, que deve ocorrer de acordo com os critérios estabelecidos pela instituição de ensino superior.

Deu no Blog Scielo em Perspectiva…se acessa aqui.

 

 

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Conselho
Para os meus alunos, PEB & RI

A RBPI e os gigantes do brasilianismo

O colega e amigo Paulo Roberto de Almeida publicou no site do IBRI uma pequena nota sobre a morte recente de dois colegas – Werner Baer e Thomas Skidmore. Essas passagens entristeceram a comunidade científica da grande área de humanidades no Brasil e também nos diversos empreendimentos que foram apoiados pelos dois grandes brasilianistas, como o próprio Instituto Brasileiro de Relações Internacionais.

Animadores decanos da comunidade de brasilianistas que deram o impulso na formação de muitas dezenas de historiadores e economistas brasileiros (além de novas gerações de norte-americanos que se interessaram pelo Brasil de alguma forma), ambos foram membros do Conselho da Revista Brasileira de Política Internacional.

Uma boa matéria foi publicada na Revista Pesquisa Fapesp sobre Thomas Skidmore – vale muito a pena ler O Brasilianista por excelência.

O Lemann Institute for Brazilian Studies da University of Illinois at Urbana-Champaign, extraordinário empreendimento que foi fundado com a participação decisiva de Baer, prepara para o início do ano letivo uma grande homenagem em sua memória. Ao longo do ano acadêmico de 2015-2016, enquanto estive vinculado como Visiting Fellow  eu o encontrei diversas vezes em eventos do Instituto, e pela Universidade. Baer estava na ativa quando faleceu – e o seu vigor extraordinário era um exemplo para todos. Ministrava as suas aulas regularmente, orientava os seus alunos de doutorado e recebia professores e pesquisadores brasileiros. Sem dúvida que foi uma grande perda para a Illinois e para o brasilianismo nos Estados Unidos.

Leia a nota Gigantes do brasilianismo na História e na Economia: Thomas Skidmore e Werner Baer – a homenagem da RBPI, por Paulo Roberto de Almeida

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Para os meus alunos, PEB & RI

Livro “O Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas (1945-2011)”, de Gustavo Ziemath

Recebi hoje a excelente notícia de que a dissertação de mestrado de meu orientando Gustavo Ziemath foi publicada pela Funag.

Transcrevo logo abaixo a nota publicada em Mundorama a respeito…

A Fundação Alexandre de Gusmão publicou, na coleção Em Poucas Palavras, o livro “O Brasil no Conselho de Segurança das Nações Unidas (1945-2011)”, de autoria do diplomata Gustavo Gerlach da Silva Ziemath.

De forma resumida, o autor analisa a participação brasileira no Conselho de Segurança da ONU, buscando identificar continuidades e descontinuidades nos posicionamentos do País em relação aos temas colocados na agenda do órgão. O propósito do trabalho é contribuir para a compreensão do papel desempenhado pelo Brasil no Conselho, durante os períodos em que ali atuou como Membro não permanente, nos esforços institucionais em favor da preservação da paz e da segurança internacional.

A obra já está disponível para download gratuito na Biblioteca Digital da Fundação Alexandre de Gusmão.

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