Para os meus alunos

De acordo com um levantamento feito a partir de dados do Google Scholar, no artigo What are the most-cited publications in the social sciences (according to Google Scholar)?, o livro mais citado nas ciências sociais é The Structure of  Scientific Revolutions, de Thomas Kuhn.

O terceiro colocado me pareceu surpreendente: Pedagogia do Oprimido, de Paulo Freire (tradução para a língua inglesa).

Os livros mais citados nas ciências sociais

Nota
RBPI_Issue_12016
Acontecendo..., Ser editor

Publicada a primeira fornada de artigos da RBPI em 2016

A Revista Brasileira de Política Internacional – RBPI também passou a ser produzida no modelo de publicação continuada. Desse modo, os primeiros quatro artigos do ano foram ao ar hoje no site da Revista, no Scielo, compondo o lote inicial de contribuições do número 1/2016 (Vol. 59 – Número 1).

As vantagens do modelo são muitas, especialmente para as revistas que se libertaram do formato impresso e que são publicadas exclusivamente on line. Eu havia explicado antes o processo de adoção da publicação continuada por Meridiano 47, a primeira publicação do nosso portfolio a adotar o modelo, como também a pioneira na área de RI no Brasil a fazê-lo.

O número 1/2016 da RBPI continuará recebendo artigos até o final de dezembro do corrente ano, e cuidaremos de dar a mais ampla visibilidade a esse material à medida em que for publicado tanto no site do IBRI quanto no sistema de press releases do Scielo, em Mundorama e no Blog Scielo em Perspectiva – Humanas. A isso tudo se soma uma divulgação intensa, quase histérica, nas mídias sociais.

Os primeiros quatro artigos são os seguintes:

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foreignaffai
PEB & RI

Existe razão para o otimismo global?

Um ensaio bem provocante que saiu na edição de Maio-junho de 2016 da Foreign Affairs estatui: há razões, até muitas, para sermos mais otimistas com relação ao estado do mundo hoje em dia do que se poderia concluir com a leitura rápida das tantas notícias ruins que chegam aos jornais todos os dias.

Kishore Mahbubani e Lawrence Summers acreditam que, para além dos ataques terroristas, do desaquecimento da economia da China, dos revezes no Oriente Medio que produzem milhões de refugiados etc, etc, etc, há muitas notícias boas, que tem passado desapercebidas, porque não são lidas na perspectiva correta.

Se você não assina a Foreign Affairs, pode se cadastrar para ler um artigo por mês, grátis. Eu recomendo que seja esse:

Mahbubani, Kishore, and Lawrence H. Summers. “The Fusion of Civilizations.”Foreign Affairs. 27 Apr. 2016. Web. 27 Apr. 2016.

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Diversão & Arte, Para os meus alunos

Por que procrastinar — e como deixar de ser um procrastinador

O tema da procrastinação me fascina.
A matéria abaixo, do Washington Post, vale a culpa de procrastinar um pouquinho…

Have you ever sat down to complete an important task — and then suddenly discovered you were up loading the dishwasher or engrossed in the Wikipedia entry about Chernobyl? Or perhaps you suddenly realize that the dog needs to be fed, emails need to be answered, your ceiling fan needs dusting —

via Did you enjoy this article? Then read the full version from the author’s website.

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Diversão & Arte, Para os meus alunos

Conhecimento, experiência e criatividade

Imagem
ego
Para os meus alunos, Sobre a Web

Google Scholar, ResearchGate, Mendeley e ResearcherID: uma comparação de eficiência

Um artigo bem interessante publicado no Impact of Social Science compara as plataformas de academic profiling, como são conhecidos serviços como Google Scholar, ResearchGate, ResearchID e mesmo Mendeley.

Os autores do artigo The role of ego in academic profile services: Comparing Google Scholar, ResearchGate, Mendeley, and ResearcherID lembram que a construção de perfis são atividades naturais (ou necessárias) da vida acadêmica. De fato,. muitos professores e pesquisadores acabam levando tão ao extremo essa variante da exposição do seu trabalho que essas plataformas se transformaram também em ambientes para a construção de uma persona pública.

O Google Scholar é meio passivo, e nele a função do pesquisador é filtrar e organizar a lista dos trabalhos do autor que o poder extraordinário do Google encontra pela internet e traz para o seu teto. Mas é o único dos quatro que tem uma marcação de impacto, bastante polêmica, diga-se de passagem – como de resto, são todas as marcações de impacto). Continuar lendo

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