Final de ano, e tudo passou tão depressa. Oxalá que tudo seja muito melhor em 2012!
Final de ano, e tudo passou tão depressa. Oxalá que tudo seja muito melhor em 2012!
Tive a satisfação de participar de um Seminário Internacional intitulado “The Emergence of Brazil as a Global Player”, organizado pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel.
O seminário aconteceu entre 11 e 13 de dezembro, e o seu propósito era marcar a instalação de um núcleo de estudos brasileiros na Universidade. Interessante que esse será o primeiro programa sobre o Brasil em todo o Oriente Médio, e a organização do evento conseguiu trazer um time muito representativo do debate sobre ciências sociais no país.
A organização do evento foi comandada por James Green, professor da Brown University e professor visitante da Universidade Hebraica. Green é um brasilianista emérito e um grande amigo do Brasil.
Participaram do evento os professores Renato Lessa (Universidade Federal Fluminense), Tullo Vigevani (Universidade Estadual Paulista), Míriam Gomes Saraiva (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), Luis Edmundo de Souza Soares (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), Murilo Meihy (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), Michel Gherman (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Peter Fry (Universidade Federal do Rio de Janeiro)m Dora Mourão e Eugênio Bucci (Universidade de São Paulo), e eu mesmo. A esse time se juntou uma equipe destacada de especialistas israelenses.
O propósito do Seminário era o de oferecer um painel geral sobre a realidade política, econômica e social do Brasil, além do estado de algumas questões particularmente importantes, como a política externa, a questão do Oriente Médio e a comunidade judaica brasileira.
A minha conferência, na abertura do evento, foi uma apresentação geral da política externa brasileira ao longo dos últimos vinte anos, à qual dei o título de “O Brasil e a grande transformação”. Com isso, apresentei a evolução da política e da economia internacional após o fim da Guerra Fria, e como condicionou a inserção internacional do Brasil. A isso, se soma a transformação das condições políticas (com a consolidação das instituições democráticas) e econômicas internas. E, finalmente, os ajustes que decorrem dessas duas grandes tranformações, na política externa, na síntese de um novo modelo de inserção internacional.
Desejo sorte e sucesso aos colegas da Universidade Hebraica de Jerusalém no desenvolvimento do seu programa de estudos sobre o Brasil.

Para mim, uma das alegrias do segundo semestre é o lançamento do segundo número da RBPI. Traz consigo a idéia de missão cumprida, e o recado de que estou pronto para encerrar o ano com a sensação de tranquilidade.
Desde que a Revista foi transferida para Brasília, em 1993, ela sempre foi publicada com extrema pontualidade, e lançada ao termo do período de cada número. Que bom que conseguimos manter essa tradição, em um meio em que a regra é não ter regularidade!
De todo modo, tenho o excelente número da Revista pronto e em condições de ser postado para os seus assinantes, colaboradores, bibliotecas e centros de referência e a todos os que colaboram conosco no desenvolvimento das nossas atividades e da própria revista.
Esta número traz como capa o segundo painel de Cândido Portinari, da série Guerra e Paz, como anunciei no editorial preparado para a edição passada.
Eis abaixo o sumário dessa edição:
Realizaremos no dia 7/11, na UnB, seminário internacional fruto da cooperação com a Universidad Nacional de Rosário, Universidad Nacional de Córdoba e Universidad Autónoma de Madrid. Abaixo, a notícia… Continue lendo
Lançamos nesta semana a edição No. 127 do Boletim Meridiano 47, referente a setembro-outubro de 2011. Uma boa edição, bem grande, com temas diversos sobre a grande agenda internacional contemporânea.
Abaixo transcrevo o sumário da edição, que se acessa em http://seer.bce.unb.br/index.php/MED/issue/view/456.